Sindicato orienta a não adesão dos apabeanos por entender que o banco HSBC está tentando transferir para os empregados os compromissos assumidos perante o Banco Central do Brasil, em 1998, quando recebeu R$ 430 milhões para cumprir seus compromissos junto à APABA.
O principal debate do Seminário dos dirigentes sindicais do HSBC, que acontece em Curitiba em 12 e 13 de novembro, ficou por conta da complementação de aposentadoria. Isso porque o HSBC propôs uma migração de plano de aposentadoria aos bancários contratados até 4/05/1977 pelo Bamerindus e que possuem o Abapa (Abono Permanente ao Aposentado Bameridiano).
A intenção do banco é que os cerca de 1.000 bancários que ainda possuem o Abapa mudem para a modalidade PGBL (forma de previdência privada capitalizada). “Esse processo de migração traz uma série de prejuízos aos bancários”, avalia Miguel Pereira, funcionário do HSBC e dirigente da CNB.
A modalidade Abapa compreende:
– 25% da remuneração mensal da ativa
– pagamento de um prêmio de aposentadoria que varia de cinco a 20 salários (de acordo com o tempo de “casa” do bancário)
– seguro-saúde até 12 meses sem custo
– manutenção do seguro-saúde após o 13º mês nas mesmas condições
Orientação:
O HSBC estará com o processo de migração aberto até sexta-feira (14/11). A orientação da COE do HSBC é para a não adesão à migração.
Prezados senhores,
Solicito, por favor, informações sobre resgate de contribuiçõws da ABAP-BAMERINDUS/HSBC.
Fui admitido em 23/02/1970, Demitido em 17/07/1990. Na recebia nada referente as contribuições.
Como e onde posso verificar os meus direitos?
Obrigado