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CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E BANCO DO BRASIL AMPLIAM BANCARIZAÇÃO

Valor Econômico – Maria Christina Carvalho

A Caixa Econômica Federal vai anunciar nos próximos dias um acordo com redes de varejo para ampliar a oferta de crédito para o consumo. O anúncio foi feito, ontem, pelo presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Jorge Mattoso, que participou do seminário Microfinanças – O Caminho para a Inclusão, organizado pelo Valor.

Mattoso não quis revelar com quais redes negocia, mas antecipou que os recursos vão financiar inclusive a venda de linha branca e que os acordos seguem a linha do recentemente anunciado pelo Banco do Brasil (BB) com o Pão de Açúcar, Gradiente e Multibras.

“A Caixa foi o banco que mais ampliou o crédito neste ano e quer aumentar ainda mais a carteira no próximo ano”, disse Mattoso, que detalhou, no seminário, os esforços para implementar o projeto de bancarização do governo. “A Caixa é talvez a única instituição pronta para atender todos os brasileiros”, afirmou.

Uma vantagem é ter uma rede de 16,6 mil pontos de venda, entre agências, 9 mil lotéricas e 2 mil correspondentes. Entre os projetos do banco estão dobrar o número de correspondentes para 4,3 mil até o final do ano e chegar a 10 mil no final de 2004.

O programa Caixa Aqui de conta corrente simplificada atingirá 1 milhão de correntistas nesta semana, o dobro da meta deste ano. Até o final de 2004, prevê Mattoso, o número vai triplicar. Dos clientes atuais, 350 mil já tiveram limite de crédito rotativo pré-aprovado de R$ 200. Em 12 dos 27 estados, o saldo médio “superou o necessário para atingir o equilíbrio”, disse Mattoso, evitando discriminar os valores.

O Banco do Brasil também descreveu seu braço de bancarização da população, o Banco Popular do Brasil (BPB), que deve começar a operar no início do próximo ano. O BPB também se envolverá com o microcrédito de consumo. O alvo, disse seu presidente, Ivan Guimarães, é uma parcela de 28 milhões dos 46,8 milhões da População Economicamente Ativa (PEA) que são informais e ganham até 2 salários mínimos. Dos 75,5 milhões da PEA, apenas 28,7 milhões são trabalhadores formais.

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CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E BANCO DO BRASIL AMPLIAM BANCARIZAÇÃO

Valor Econômico – Maria Christina Carvalho
A Caixa Econômica Federal vai anunciar nos próximos dias um acordo com redes de varejo para ampliar a oferta de crédito para o consumo. O anúncio foi feito, ontem, pelo presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Jorge Mattoso, que participou do seminário Microfinanças – O Caminho para a Inclusão, organizado pelo Valor.
Mattoso não quis revelar com quais redes negocia, mas antecipou que os recursos vão financiar inclusive a venda de linha branca e que os acordos seguem a linha do recentemente anunciado pelo Banco do Brasil (BB) com o Pão de Açúcar, Gradiente e Multibras.
“A Caixa foi o banco que mais ampliou o crédito neste ano e quer aumentar ainda mais a carteira no próximo ano”, disse Mattoso, que detalhou, no seminário, os esforços para implementar o projeto de bancarização do governo. “A Caixa é talvez a única instituição pronta para atender todos os brasileiros”, afirmou.
Uma vantagem é ter uma rede de 16,6 mil pontos de venda, entre agências, 9 mil lotéricas e 2 mil correspondentes. Entre os projetos do banco estão dobrar o número de correspondentes para 4,3 mil até o final do ano e chegar a 10 mil no final de 2004.
O programa Caixa Aqui de conta corrente simplificada atingirá 1 milhão de correntistas nesta semana, o dobro da meta deste ano. Até o final de 2004, prevê Mattoso, o número vai triplicar. Dos clientes atuais, 350 mil já tiveram limite de crédito rotativo pré-aprovado de R$ 200. Em 12 dos 27 estados, o saldo médio “superou o necessário para atingir o equilíbrio”, disse Mattoso, evitando discriminar os valores.
O Banco do Brasil também descreveu seu braço de bancarização da população, o Banco Popular do Brasil (BPB), que deve começar a operar no início do próximo ano. O BPB também se envolverá com o microcrédito de consumo. O alvo, disse seu presidente, Ivan Guimarães, é uma parcela de 28 milhões dos 46,8 milhões da População Economicamente Ativa (PEA) que são informais e ganham até 2 salários mínimos. Dos 75,5 milhões da PEA, apenas 28,7 milhões são trabalhadores formais.

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