fetec@fetecpr.com.br | (41) 3322-9885 | (41) 3324-5636

Por 10:16 Notícias

LULA DIZ TER CERTEZA QUE 2004 SERÁ UM ANO MUITO MELHOR

Valor Online
SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confia que as possibilidades de investimento abertas pelas Parcerias Público-Privadas (PPP) vão impulsionar a economia no ano que vem.
– Tenho certeza de que 2004 será um ano muito melhor. O Brasil vai voltar a crescer, a gerar empregos e a gerar distribuição de renda – afirmou.
No segundo programa de rádio “Café com o Presidente”, Lula citou os números do risco Brasil (que baixou de 2,4 mil pontos para a casa dos 500 pontos do momento da eleição até agora) e da inflação projetada para 2004 (de cerca de 6%) para argumentar que o caminho está aberto para investimentos. Além disso, depositou esperança no resultado das PPPs.
– Sabendo que o Estado tem pouco dinheiro, apresentamos o projeto de lei das PPPs, para que a gente possa fazer com que os empresários façam o que o Estado não pode fazer. Isso vai motivar não apenas os empresários brasileiros, mas também os estrangeiros a investir. ”
O presidente também reiterou que seu governo assumiu compromissos de reforma agrária junto aos movimentos representativos dos trabalhadores rurais. Segundo Lula, a promessa é, em três anos, “assentar 400 mil famílias e regularizar títulos de terra de pessoas que já estão na terra para mais 130 mil pessoas”. Ele defendeu a melhora na qualidade da reforma agrária, que deve ultrapassar a simples distribuição de terra.
– É preciso garantir a terra, assistência técnica, financiamento, moradia, escola, saúde, mercado para o que vão produzir.
Lula também dedicou parte do programa a comentar a aprovação da reforma da Previdência.
– A Câmara e o Senado deram uma demonstração inequívoca de que em algum momento da nossa vida temos de nos preocupar com o Brasil, pensar na próxima geração e não na próxima eleição – disse o presidente.
Lula lembrou que ainda falta terminar a reforma tributária, mas disse estar alegre por achar que “o Senado vai cumprir o papel que o povo espera que o Senado cumpra, que é o de votar as reformas”.

Por 10:16 Sem categoria

LULA DIZ TER CERTEZA QUE 2004 SERÁ UM ANO MUITO MELHOR

Valor Online

SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confia que as possibilidades de investimento abertas pelas Parcerias Público-Privadas (PPP) vão impulsionar a economia no ano que vem.

– Tenho certeza de que 2004 será um ano muito melhor. O Brasil vai voltar a crescer, a gerar empregos e a gerar distribuição de renda – afirmou.

No segundo programa de rádio “Café com o Presidente”, Lula citou os números do risco Brasil (que baixou de 2,4 mil pontos para a casa dos 500 pontos do momento da eleição até agora) e da inflação projetada para 2004 (de cerca de 6%) para argumentar que o caminho está aberto para investimentos. Além disso, depositou esperança no resultado das PPPs.

– Sabendo que o Estado tem pouco dinheiro, apresentamos o projeto de lei das PPPs, para que a gente possa fazer com que os empresários façam o que o Estado não pode fazer. Isso vai motivar não apenas os empresários brasileiros, mas também os estrangeiros a investir. ”

O presidente também reiterou que seu governo assumiu compromissos de reforma agrária junto aos movimentos representativos dos trabalhadores rurais. Segundo Lula, a promessa é, em três anos, “assentar 400 mil famílias e regularizar títulos de terra de pessoas que já estão na terra para mais 130 mil pessoas”. Ele defendeu a melhora na qualidade da reforma agrária, que deve ultrapassar a simples distribuição de terra.

– É preciso garantir a terra, assistência técnica, financiamento, moradia, escola, saúde, mercado para o que vão produzir.

Lula também dedicou parte do programa a comentar a aprovação da reforma da Previdência.

– A Câmara e o Senado deram uma demonstração inequívoca de que em algum momento da nossa vida temos de nos preocupar com o Brasil, pensar na próxima geração e não na próxima eleição – disse o presidente.

Lula lembrou que ainda falta terminar a reforma tributária, mas disse estar alegre por achar que “o Senado vai cumprir o papel que o povo espera que o Senado cumpra, que é o de votar as reformas”.

Close