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REGRAS DA REVISÃO DE BENEFÍCIOS DEVEM SAIR ATÉ O NATAL

Gazeta do Povo

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pode definir as regras de pagamento da revisão dos benefícios até o Natal. Pelo menos foi essa a reivindicação feita ontem pela Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Coabap) ao ministro da Previdência, Ricardo Berzoini.

Têm direito à revisão as aposentadorias e pensões concedidas pelo INSS entre junho de 1977 e setembro de 1988 e entre março de 1994 e fevereiro de 1997. São os benefícios que foram concedidos com uma diferença de cálculo que reduziu o valor inicial dos benefícios. Essa diferença, que pode chegar a 50%, varia de acordo com a data de concessão do benefício.

Segundo a Cobap, a Previdência deve fazer um levantamento dos valores individuais a pagar na revisão até o Natal. “Até lá, queremos estar com o calendário de pagamento pronto. Com base nesse levantamento será possível negociar o formato do parcelamento”, disse o presidente da Cobap, João Rezende Lima. Pelos cálculos da Previdência, o pagamento da revisão dos benefícios vai gerar um custo de R$ 14 bilhões – referente ao passivo da dívida – e mais R$ 2 bilhões por ano.

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REGRAS DA REVISÃO DE BENEFÍCIOS DEVEM SAIR ATÉ O NATAL

Gazeta do Povo
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pode definir as regras de pagamento da revisão dos benefícios até o Natal. Pelo menos foi essa a reivindicação feita ontem pela Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Coabap) ao ministro da Previdência, Ricardo Berzoini.
Têm direito à revisão as aposentadorias e pensões concedidas pelo INSS entre junho de 1977 e setembro de 1988 e entre março de 1994 e fevereiro de 1997. São os benefícios que foram concedidos com uma diferença de cálculo que reduziu o valor inicial dos benefícios. Essa diferença, que pode chegar a 50%, varia de acordo com a data de concessão do benefício.
Segundo a Cobap, a Previdência deve fazer um levantamento dos valores individuais a pagar na revisão até o Natal. “Até lá, queremos estar com o calendário de pagamento pronto. Com base nesse levantamento será possível negociar o formato do parcelamento”, disse o presidente da Cobap, João Rezende Lima. Pelos cálculos da Previdência, o pagamento da revisão dos benefícios vai gerar um custo de R$ 14 bilhões – referente ao passivo da dívida – e mais R$ 2 bilhões por ano.

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