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SEMINÁRIO DA FEBRABAN DEBATE CRESCIMENTO SUSTENTADO

Valor Econômico – Cristiane Perini Lucchesi

A comissão de economia da Febraban promove no dia 9, em São Paulo, o seminário “2004 em Perspectiva – O Alcance do Crescimento Sustentado e o Futuro do Custo de Capital no Brasil”. A idéia, segundo Octavio de Barros, presidente da comissão, é discutir condições para a melhoria do ambiente de negócios no Brasil em 2004, a desobstrução dos canais de transmissão da poupança ao investimento, os gargalos e os fatores inibidores que afetam o crescimento, o investimento e o PIB.

Será debatido, também, o que esperar da trajetória do prêmio de risco-Brasil e de sua influência sobre o custo do capital. “Eu pedi a todos os palestrantes que enfrentem o desafio intelectual de traçar cenários de estresse para o país neste momento, embora eu saiba que isso signifique tirar leite de pedra”, afirma ele.

Pela primeira vez, a Febraban vai homenagear economistas que fizeram contribuições consideradas importantes ao debate sobre economia bancária. O prêmio máximo vai para Armando Castelar Pinheiro, mas serão homenageados também Alexandre Mathias, Tomás Málaga, Pricila Maziero, Sérgio Werlang, Eduardo Lundberg e Márcio Nakane. Agnès Belaisch, do FMI, que escreveu o polêmico estudo sobre a falta de concorrência entre os banco brasileiros, também será homenageada.

Dos painéis participam Eduardo Loyo e Afonso Beviláqua, diretores do BC, Marcos Lisboa e Otaviano Canuto, do Ministério da Fazenda; Armínio Fraga, Gustavo Loyola e Afonso Celso Pastore, ex-presidentes do BC; os economistas José Roberto Mendonça de Barros, Ilan Goldfajn e José Júlio Senna, entre outros.

Por 09:49 Notícias

SEMINÁRIO DA FEBRABAN DEBATE CRESCIMENTO SUSTENTADO

Valor Econômico – Cristiane Perini Lucchesi
A comissão de economia da Febraban promove no dia 9, em São Paulo, o seminário “2004 em Perspectiva – O Alcance do Crescimento Sustentado e o Futuro do Custo de Capital no Brasil”. A idéia, segundo Octavio de Barros, presidente da comissão, é discutir condições para a melhoria do ambiente de negócios no Brasil em 2004, a desobstrução dos canais de transmissão da poupança ao investimento, os gargalos e os fatores inibidores que afetam o crescimento, o investimento e o PIB.
Será debatido, também, o que esperar da trajetória do prêmio de risco-Brasil e de sua influência sobre o custo do capital. “Eu pedi a todos os palestrantes que enfrentem o desafio intelectual de traçar cenários de estresse para o país neste momento, embora eu saiba que isso signifique tirar leite de pedra”, afirma ele.
Pela primeira vez, a Febraban vai homenagear economistas que fizeram contribuições consideradas importantes ao debate sobre economia bancária. O prêmio máximo vai para Armando Castelar Pinheiro, mas serão homenageados também Alexandre Mathias, Tomás Málaga, Pricila Maziero, Sérgio Werlang, Eduardo Lundberg e Márcio Nakane. Agnès Belaisch, do FMI, que escreveu o polêmico estudo sobre a falta de concorrência entre os banco brasileiros, também será homenageada.
Dos painéis participam Eduardo Loyo e Afonso Beviláqua, diretores do BC, Marcos Lisboa e Otaviano Canuto, do Ministério da Fazenda; Armínio Fraga, Gustavo Loyola e Afonso Celso Pastore, ex-presidentes do BC; os economistas José Roberto Mendonça de Barros, Ilan Goldfajn e José Júlio Senna, entre outros.

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