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FEDERAÇÃO DOS BANCOS APROVA 1º ANO DO GOVERNO LULA

Estadão

São Paulo – O presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Gabriel Jorge Ferreira, fez um balanço positivo do primeiro ano do governo Lula em pronunciamento no jantar anual de confraternização dos dirigentes de bancos, na noite desta quinta-feira, em São Paulo. Segundo ele, os resultados positivos “são substancialmente maiores do que acreditávamos poder alcançar, e os resultados negativos, evidentes desde o começo do ano, já mostram sinais seguros de reversão”.

O executivo destacou como principais conquistas econômicas de 2003 a queda da inflação, o alívio na pressão externa, resultante de superávit comercial (acima de US$ 20 bilhões) até novembro, o equilíbrio das contas públicas, a redução contínua das taxas de juros e do risco país, além dos avanços da reforma da Previdência. Para ele, os índices de produção, emprego e renda, que ficaram aquém do desejado na maior parte do ano, também começam a apresentar sinais de recuperação.

Na avaliação do presidente da Febraban, a grande virtude da política econômica “foi a de não ceder às tentações dos caminhos fáceis, mas de resultados passageiros, honrando compromissos e contratos”. Ferreira ressaltou que o governo conquistou credibilidade mantendo a política de austeridade fiscal e a autonomia operacional do Banco Central.

Paula Puliti

Por 09:31 Notícias

FEDERAÇÃO DOS BANCOS APROVA 1º ANO DO GOVERNO LULA

Estadão
São Paulo – O presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Gabriel Jorge Ferreira, fez um balanço positivo do primeiro ano do governo Lula em pronunciamento no jantar anual de confraternização dos dirigentes de bancos, na noite desta quinta-feira, em São Paulo. Segundo ele, os resultados positivos “são substancialmente maiores do que acreditávamos poder alcançar, e os resultados negativos, evidentes desde o começo do ano, já mostram sinais seguros de reversão”.
O executivo destacou como principais conquistas econômicas de 2003 a queda da inflação, o alívio na pressão externa, resultante de superávit comercial (acima de US$ 20 bilhões) até novembro, o equilíbrio das contas públicas, a redução contínua das taxas de juros e do risco país, além dos avanços da reforma da Previdência. Para ele, os índices de produção, emprego e renda, que ficaram aquém do desejado na maior parte do ano, também começam a apresentar sinais de recuperação.
Na avaliação do presidente da Febraban, a grande virtude da política econômica “foi a de não ceder às tentações dos caminhos fáceis, mas de resultados passageiros, honrando compromissos e contratos”. Ferreira ressaltou que o governo conquistou credibilidade mantendo a política de austeridade fiscal e a autonomia operacional do Banco Central.
Paula Puliti

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