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GOVERNO VAI ALTERAR ENCARGOS SOBRE SALÁRIOS

JB – Paulo de Tarso Lyra

Objetivo é facilitar aprovação da MP da Cofins

BRASÍLIA – O governo está disposto a antecipar a desoneração da folha de pagamentos, um dos pontos da reforma tributária, para diminuir as resistências na Câmara à votação da Medida Provisória da Cofins. O ministro da Fazenda, Antônio Palocci, e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, propuseram ontem aos líderes da base governista incluir a desoneração na MP, para amenizar o impacto do aumento da alíquota da Cofins de 3% para 7,6%.
Ficou acertada também uma análise em nove áreas do setor de serviços para medir a possibilidade de um tratamento diferenciado. São eles: empresas de call center, software, cerealistas (armazenadores de grãos), escolas, hospitais, transportes coletivos, tíquetes-refeição, empresas com contratos firmados pela alíquota antiga e produtoras de algodão.

– São setores que mais reclamaram da nova alíquota. A indústria e o comércio estão batendo palmas – admitiu o líder do PT na Câmara, Nelson Pellegrino (BA).

Os próprios líderes, contudo, reconhecem que a negociação é difícil. Vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS) lembrou que não há condições financeiras para conceder tratamento diferenciado a todos os setores que reclamarem da correção da alíquota.

– Nas áreas listadas, vamos fazer investigações e simulações – disse.

Por 10:08 Notícias

GOVERNO VAI ALTERAR ENCARGOS SOBRE SALÁRIOS

JB – Paulo de Tarso Lyra
Objetivo é facilitar aprovação da MP da Cofins
BRASÍLIA – O governo está disposto a antecipar a desoneração da folha de pagamentos, um dos pontos da reforma tributária, para diminuir as resistências na Câmara à votação da Medida Provisória da Cofins. O ministro da Fazenda, Antônio Palocci, e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, propuseram ontem aos líderes da base governista incluir a desoneração na MP, para amenizar o impacto do aumento da alíquota da Cofins de 3% para 7,6%.
Ficou acertada também uma análise em nove áreas do setor de serviços para medir a possibilidade de um tratamento diferenciado. São eles: empresas de call center, software, cerealistas (armazenadores de grãos), escolas, hospitais, transportes coletivos, tíquetes-refeição, empresas com contratos firmados pela alíquota antiga e produtoras de algodão.
– São setores que mais reclamaram da nova alíquota. A indústria e o comércio estão batendo palmas – admitiu o líder do PT na Câmara, Nelson Pellegrino (BA).
Os próprios líderes, contudo, reconhecem que a negociação é difícil. Vice-líder do governo na Câmara, Beto Albuquerque (PSB-RS) lembrou que não há condições financeiras para conceder tratamento diferenciado a todos os setores que reclamarem da correção da alíquota.
– Nas áreas listadas, vamos fazer investigações e simulações – disse.

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