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BANCO DO BRASIL APOSTA NO EMPRÉSTIMO EM CONSIGNAÇÃO

Gazeta Mercantil – Lucia Rebouças

O crédito consignado vai promover uma verdadeira revolução na competição bancária em 2004, que será ainda mais acirrada que a vivida pelo setor este ano. A previsão é do vice-presidente de varejo do Banco do Brasil, Edson Machado Monteiro. Com a queda das taxas de juros, a tendência é redução dos spreads. Para compensá-la, será necessário aumentar outras receitas e o crédito consignado é uma das fontes mais promissoras, avalia Monteiro.

O BB já atua forte nessa área – já atendeu 2,1 milhões de pessoas nesse tipo de crédito – mas está reformulando sua forma de abordagem do mercado. Antes o BB priorizava as pessoas que recebem salário pelo banco. Agora, o objetivo é chegar ao cliente externo.

Segundo Monteiro, a nova abordagem vale para todas as operações de crédito e financiamento do banco. “Vamos fazer uma verdadeira inversão de mão. Ao invés de esperar a pedido, vamos ofertar crédito nos vários segmentos em atuamos”, observa.

Além disso, o banco tem buscado simplificar os processos para a concessão de crédito em todas as áreas em que atua, como capital de giro para pequenas e médias empresas, financiamento de investimentos, linhas de empréstimo específicas – como crédito para compra de material de construção e repasses de recursos do BNDES, do Finame. Em setembro, as operações de crédito do banco movimentaram R$ 72 bilhões, dos quais 11 bilhões para pessoa física.

Também faz parte da nova abordagem do banco, uma atuação diferenciado na área de alta renda. Para isso reestruturou todo seu processo de relacionamento com os clientes. O atendimento foi segmentado em seis áreas diferenciadas -antes eram apenas três – private, singular, clientes exclusivos, preferenciais, pessoas físicas e o atendimento do recém criado banco popular. O total investido no processo não foi divulgado.

Para Monteiro, o mais importante na nova segmentação é o salto que “o tratamento diferenciado a clientes de poder aquisitivo e interesses diferentes”, como definiu Monteiro, vai permitir a sua base de clientes e ao seu faturamento com serviços bancários. As receitas do País com esses serviços são da ordem de R$ 22 bilhões, quase metade da de toda a América Latina – R$ 55 bilhões.

Na sexta-feira, o banco inaugurou em Campinas (SP) sua primeira agência do segmento singular. O private deve começar a atuar já no início de 2004. O segmento singular é voltado para cliente com renda superior a R$ 10 mil ou investimentos acima de R$ 50 mil. No private, o perfil é de clientes com renda de R$ 1 milhão.

O cliente do Banco Singular vai dispor de atendimento personalizado em ambiente diferenciado ou local de sua escolha, com o máximo de discrição e sigilo. O atendimento inclui reuniões individuais com gerentes e clientes; palestras e seminários, portfólio de produtos diferenciados, além de serviços adicionais de mensageiro, estacionamento privativo, manobrista. O Banco singular vai contar com 65 agências e 156 plataformas especializadas. As plataformas serão uma espécie de escritório que serão instalados em cidades onde o número de clientes alvo não seja suficiente para a criação de uma agência.

De acordo com Monteiro, Campinas foi escolhida porque é uma cidade própria a realização de “laboratórios”. A cidade tem características de uma metrópole, mas sem a complexidade de uma capital, o que facilita a pesquisa de comportamento.

MaxBlue desativada
O vice-presidente do banco informou que a parceira que mantinha na MaxBlue DTVM foi dissolvida. Monteiro afirmou que o BB não tem interesse em continuar com a marca porque resolveu fazer seu próprio serviço. Segundo ele, haverá uma fase de transição. Os serviço deve ser mantido por um período de 3 a 6 meses.

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BANCO DO BRASIL APOSTA NO EMPRÉSTIMO EM CONSIGNAÇÃO

Gazeta Mercantil – Lucia Rebouças
O crédito consignado vai promover uma verdadeira revolução na competição bancária em 2004, que será ainda mais acirrada que a vivida pelo setor este ano. A previsão é do vice-presidente de varejo do Banco do Brasil, Edson Machado Monteiro. Com a queda das taxas de juros, a tendência é redução dos spreads. Para compensá-la, será necessário aumentar outras receitas e o crédito consignado é uma das fontes mais promissoras, avalia Monteiro.
O BB já atua forte nessa área – já atendeu 2,1 milhões de pessoas nesse tipo de crédito – mas está reformulando sua forma de abordagem do mercado. Antes o BB priorizava as pessoas que recebem salário pelo banco. Agora, o objetivo é chegar ao cliente externo.
Segundo Monteiro, a nova abordagem vale para todas as operações de crédito e financiamento do banco. “Vamos fazer uma verdadeira inversão de mão. Ao invés de esperar a pedido, vamos ofertar crédito nos vários segmentos em atuamos”, observa.
Além disso, o banco tem buscado simplificar os processos para a concessão de crédito em todas as áreas em que atua, como capital de giro para pequenas e médias empresas, financiamento de investimentos, linhas de empréstimo específicas – como crédito para compra de material de construção e repasses de recursos do BNDES, do Finame. Em setembro, as operações de crédito do banco movimentaram R$ 72 bilhões, dos quais 11 bilhões para pessoa física.
Também faz parte da nova abordagem do banco, uma atuação diferenciado na área de alta renda. Para isso reestruturou todo seu processo de relacionamento com os clientes. O atendimento foi segmentado em seis áreas diferenciadas -antes eram apenas três – private, singular, clientes exclusivos, preferenciais, pessoas físicas e o atendimento do recém criado banco popular. O total investido no processo não foi divulgado.
Para Monteiro, o mais importante na nova segmentação é o salto que “o tratamento diferenciado a clientes de poder aquisitivo e interesses diferentes”, como definiu Monteiro, vai permitir a sua base de clientes e ao seu faturamento com serviços bancários. As receitas do País com esses serviços são da ordem de R$ 22 bilhões, quase metade da de toda a América Latina – R$ 55 bilhões.
Na sexta-feira, o banco inaugurou em Campinas (SP) sua primeira agência do segmento singular. O private deve começar a atuar já no início de 2004. O segmento singular é voltado para cliente com renda superior a R$ 10 mil ou investimentos acima de R$ 50 mil. No private, o perfil é de clientes com renda de R$ 1 milhão.
O cliente do Banco Singular vai dispor de atendimento personalizado em ambiente diferenciado ou local de sua escolha, com o máximo de discrição e sigilo. O atendimento inclui reuniões individuais com gerentes e clientes; palestras e seminários, portfólio de produtos diferenciados, além de serviços adicionais de mensageiro, estacionamento privativo, manobrista. O Banco singular vai contar com 65 agências e 156 plataformas especializadas. As plataformas serão uma espécie de escritório que serão instalados em cidades onde o número de clientes alvo não seja suficiente para a criação de uma agência.
De acordo com Monteiro, Campinas foi escolhida porque é uma cidade própria a realização de “laboratórios”. A cidade tem características de uma metrópole, mas sem a complexidade de uma capital, o que facilita a pesquisa de comportamento.
MaxBlue desativada
O vice-presidente do banco informou que a parceira que mantinha na MaxBlue DTVM foi dissolvida. Monteiro afirmou que o BB não tem interesse em continuar com a marca porque resolveu fazer seu próprio serviço. Segundo ele, haverá uma fase de transição. Os serviço deve ser mantido por um período de 3 a 6 meses.

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