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BOLSA LIDERA, COM FOLGA, RANKING DAS APLICAÇÕES MAIS RENTÁVEIS DE 2003

Gazeta do Povo

Investidor que apostou no Ibovespa acumula ganhos de 80% neste ano
A bolsa de valores lidera com tranqüilidade o ranking dos ativos financeiros de maior rentabilidade em 2003. O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) acumulou ganho, entre janeiro e a última sexta-feira (dia 5 de dezembro), de 81,16%. Em 2002, a bolsa amargou prejuízo de 17%. Algumas ações proporcionaram rendimento superior ao Ibovespa. Foi o caso dos papéis da Braskan PNA, que tiveram valorização de 327% neste ano.

O pior investimento deste ano foi o dólar. Quem apostou na moeda norte-americana no mercado paralelo perdeu 17,7%. O dólar comercial, usado nas operações de importação e exportação, caiu 16,78% ao longo do ano.

Na avaliação do professor da FAE Business School e gestor de fundos do Paraná Banco, André Tadeu Paes de Souza, o investidor que comprou o “Pacote Brasil”, aplicando em reais, teve rentabilidade bem acima da média. Quem apostou na crise e no dólar, perdeu.

Segundo pesquisa da consultoria Thomson Financial Brasil, com projeções dos analistas de 20 corretoras e bancos de investimento, o Ibovespa poderá atingir 22.800 pontos em 12 meses. Na última sexta-feira, o principal índice da Bovespa chegou a 20.806 pontos.

O levantamento indica que, no setor de componentes industriais, as ações da Confab e da Random apresentam potencial de valorização de 45,9% e 26,5%, respectivamente. O setor têxtil apresenta oportunidades com os papéis da Coteminas e Santista Têxtil, que têm potencial de valorização de 56,9% e 26,1%, respectivamente. Para Guillermo Mazzoni, chefe de análises da Thomson Financial Brasil, as empresas do setor elétrico e de mídia e internet vêm impulsionando o mercado.

Mazzoni citou o corte dos juros em 1,5 ponto percentual, a queda do risco-país e o acordo entre Brasil e FMI como motivos para o otimismo. Souza, da FAE, prevê que em 2004 a bolsa de valores continuará em alta, o juro cairá e o dólar acompanhará a inflação.

O mercado de fundos, depois dos percalços de 2002, se comportou bem ao longo de 2003. Os sinais de recuperação podem ser verificados pelo crescimento real da captação dos fundos.

Pesquisa da Thomson Financial mostra que o total do patrimônio arrecadado pelos fundos foi de R$ 465,3 bilhões, um recorde neste mercado. Em toda sua história, os fundos nunca tinham atingido este patamar. Segundo previsões da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), até o fim do ano o total de recursos aplicados nos fundos deve alcançar US$ 500 bilhões.

Mirian Gasparin

Por 09:39 Notícias

BOLSA LIDERA, COM FOLGA, RANKING DAS APLICAÇÕES MAIS RENTÁVEIS DE 2003

Gazeta do Povo
Investidor que apostou no Ibovespa acumula ganhos de 80% neste ano
A bolsa de valores lidera com tranqüilidade o ranking dos ativos financeiros de maior rentabilidade em 2003. O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) acumulou ganho, entre janeiro e a última sexta-feira (dia 5 de dezembro), de 81,16%. Em 2002, a bolsa amargou prejuízo de 17%. Algumas ações proporcionaram rendimento superior ao Ibovespa. Foi o caso dos papéis da Braskan PNA, que tiveram valorização de 327% neste ano.
O pior investimento deste ano foi o dólar. Quem apostou na moeda norte-americana no mercado paralelo perdeu 17,7%. O dólar comercial, usado nas operações de importação e exportação, caiu 16,78% ao longo do ano.
Na avaliação do professor da FAE Business School e gestor de fundos do Paraná Banco, André Tadeu Paes de Souza, o investidor que comprou o “Pacote Brasil”, aplicando em reais, teve rentabilidade bem acima da média. Quem apostou na crise e no dólar, perdeu.
Segundo pesquisa da consultoria Thomson Financial Brasil, com projeções dos analistas de 20 corretoras e bancos de investimento, o Ibovespa poderá atingir 22.800 pontos em 12 meses. Na última sexta-feira, o principal índice da Bovespa chegou a 20.806 pontos.
O levantamento indica que, no setor de componentes industriais, as ações da Confab e da Random apresentam potencial de valorização de 45,9% e 26,5%, respectivamente. O setor têxtil apresenta oportunidades com os papéis da Coteminas e Santista Têxtil, que têm potencial de valorização de 56,9% e 26,1%, respectivamente. Para Guillermo Mazzoni, chefe de análises da Thomson Financial Brasil, as empresas do setor elétrico e de mídia e internet vêm impulsionando o mercado.
Mazzoni citou o corte dos juros em 1,5 ponto percentual, a queda do risco-país e o acordo entre Brasil e FMI como motivos para o otimismo. Souza, da FAE, prevê que em 2004 a bolsa de valores continuará em alta, o juro cairá e o dólar acompanhará a inflação.
O mercado de fundos, depois dos percalços de 2002, se comportou bem ao longo de 2003. Os sinais de recuperação podem ser verificados pelo crescimento real da captação dos fundos.
Pesquisa da Thomson Financial mostra que o total do patrimônio arrecadado pelos fundos foi de R$ 465,3 bilhões, um recorde neste mercado. Em toda sua história, os fundos nunca tinham atingido este patamar. Segundo previsões da Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), até o fim do ano o total de recursos aplicados nos fundos deve alcançar US$ 500 bilhões.
Mirian Gasparin

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