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CUT VÊ AVANÇOS NO GOVERNO LULA, MAS FAZ CRÍTICAS

CUT

A Direção Nacional da CUT, reunida nos dias 4 e 5 de dezembro, no hotel Braston, em São Paulo, fez um balanço do governo Lula e apontou pontos positivos e aqueles que urgentemente precisam ser mudados.

Em documento, a maioria dos 115 membros da Direção reconheceu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no decorrer deste seu primeiro ano de mandato, vem procurando implementar medidas destinadas a reduzir os impactos negativos da política macroeconômica, entre elas, voltadas para redução das taxas de juros e ampliação de crédito, a exemplo do crédito consignado com desconto em folha. Outro aspecto positivo, foi a política internacional que vem sendo implementada.

No entanto, a Direção chama atenção sobre os prejuízos causados, como o crescimento do desemprego, a queda da renda dos trabalhadores, ampliação da informalidade no mercado de trabalho com impactos importantes sobre o crescimento da violência e da desagregação social. “Na próxima semana, vamos cobrar resposta sobre as nossas propostas de geração de empregos, apresentadas em outubro, ao presidente Lula”, comentou o presidente da CUT, Luiz Marinho.

A Direção ainda exigiu que o governo não faça a renovação do acordo com o FMI e manteve posição contrária à adesão do Brasil ao acordo da ALCA e vai participar das iniciativas da sociedade visando sua rejeição.

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CUT VÊ AVANÇOS NO GOVERNO LULA, MAS FAZ CRÍTICAS

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A Direção Nacional da CUT, reunida nos dias 4 e 5 de dezembro, no hotel Braston, em São Paulo, fez um balanço do governo Lula e apontou pontos positivos e aqueles que urgentemente precisam ser mudados.
Em documento, a maioria dos 115 membros da Direção reconheceu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no decorrer deste seu primeiro ano de mandato, vem procurando implementar medidas destinadas a reduzir os impactos negativos da política macroeconômica, entre elas, voltadas para redução das taxas de juros e ampliação de crédito, a exemplo do crédito consignado com desconto em folha. Outro aspecto positivo, foi a política internacional que vem sendo implementada.
No entanto, a Direção chama atenção sobre os prejuízos causados, como o crescimento do desemprego, a queda da renda dos trabalhadores, ampliação da informalidade no mercado de trabalho com impactos importantes sobre o crescimento da violência e da desagregação social. “Na próxima semana, vamos cobrar resposta sobre as nossas propostas de geração de empregos, apresentadas em outubro, ao presidente Lula”, comentou o presidente da CUT, Luiz Marinho.
A Direção ainda exigiu que o governo não faça a renovação do acordo com o FMI e manteve posição contrária à adesão do Brasil ao acordo da ALCA e vai participar das iniciativas da sociedade visando sua rejeição.

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