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CATEGORIAS PARCELAM REAJUSTES SALARIAIS NO SEGUNDO SEMESTRE

Valor Econômico – Débora Guterman

As campanhas salariais do segundo semestre deste ano confirmaram a tendência de parcelamento de reajustes salariais. Balanço preliminar da Secretaria de Política Sindical da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de São Paulo mostrou que das 20 categorias com data-base entre julho e novembro, 16 conseguiram pelo menos repor a inflação acumulada em 12 meses, medida pelo INPC, do IBGE. Mas dessas, dez concordaram com o pagamento de aumento em duas ou três vezes. Na prática, como a segunda parcela não é retroativa, o trabalhador pode ter perda nominal de 1 a 2%.

Entre as categorias que conseguiram recuperar as perdas inflacionárias estão a dos trabalhadores da indústria de calçados, têxtil, os trabalhadores rurais do setor de laranja e lavoura branca. Já na construção civil, metalurgia e indústria química foram assinadas convenções coletivas com reajuste dividido em parcelas. Bancários, farmacêuticos, enfermeiros e correios tiveram perda salarial.

O presidente da CUT-SP, Edílson de Paula, acredita que o resultado “satisfatório” foi favorecido pelo cenário de inflação declinante e expectativa de retomada do crescimento econômico.

No primeiro semestre, de 149 acordos em todo país, 33% recorreram ao parcelamento, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). Mas o quadro foi pior: 63% não repuseram as perdas.

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CATEGORIAS PARCELAM REAJUSTES SALARIAIS NO SEGUNDO SEMESTRE

Valor Econômico – Débora Guterman
As campanhas salariais do segundo semestre deste ano confirmaram a tendência de parcelamento de reajustes salariais. Balanço preliminar da Secretaria de Política Sindical da Central Única dos Trabalhadores (CUT) de São Paulo mostrou que das 20 categorias com data-base entre julho e novembro, 16 conseguiram pelo menos repor a inflação acumulada em 12 meses, medida pelo INPC, do IBGE. Mas dessas, dez concordaram com o pagamento de aumento em duas ou três vezes. Na prática, como a segunda parcela não é retroativa, o trabalhador pode ter perda nominal de 1 a 2%.
Entre as categorias que conseguiram recuperar as perdas inflacionárias estão a dos trabalhadores da indústria de calçados, têxtil, os trabalhadores rurais do setor de laranja e lavoura branca. Já na construção civil, metalurgia e indústria química foram assinadas convenções coletivas com reajuste dividido em parcelas. Bancários, farmacêuticos, enfermeiros e correios tiveram perda salarial.
O presidente da CUT-SP, Edílson de Paula, acredita que o resultado “satisfatório” foi favorecido pelo cenário de inflação declinante e expectativa de retomada do crescimento econômico.
No primeiro semestre, de 149 acordos em todo país, 33% recorreram ao parcelamento, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese). Mas o quadro foi pior: 63% não repuseram as perdas.

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