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GOVERNO IRÁ LIBERAR DINHEIRO PARA A ÁREA SOCIAL

Correio Braziliense – Marcelo Tokarski

O Banco Mundial (Bird) aprovou sua nova Estratégia de Assistência ao País (EAP) para o Brasil. O programa, destinado ao quadriênio 2004-2007, prevê empréstimos de até US$ 7,5 bilhões, o equivalente a R$ 21,9 bilhões. A verba é 50% superior aos US$ 5 bilhões previstos no EAP 2000-2003. Os novos recursos serão aplicados em projetos ligados à educação, combate à fome, geração de empregos, entre outros, com a intenção de tornar o país mais igual, sustentável e competitivo. A contrapartida do governo Lula é manter a política macroeconômica austera, além de dar continuidade às reformas fiscal e da Previdência.

Em 2004 e 2005, os dois primeiros anos da nova EAP, o Banco Mundial se dispõe a emprestar até US$ 2,2 bilhões por ano, montante superior aos valores emprestados em 2002 e 2003, respectivamente US$ 1,4 bilhão e US$ 1,3 bilhão. Hoje, o Brasil deve R$ 8,6 bilhões ao Banco Mundial. ‘‘O Brasil tem uma oportunidade inédita para melhorar a qualidade de vida de sua população, especialmente dos pobres, de modo sustentável’’, afirma Vinod Thomas, diretor do Bird para o Brasil.

De acordo com documento do banco, continuarão sendo prioridade os investimentos em educação e proteção social, com apoio financeiro e técnico a programas sociais como o Bolsa-Família e o Primeiro Emprego. Segundo o banco, ‘‘as áreas abrangidas pelos empréstimos para o Brasil incluem desenvolvimento humano, crescimento e competitividade, desenvolvimento sustentável e as reformas fiscal e da Previdência Social’’.

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GOVERNO IRÁ LIBERAR DINHEIRO PARA A ÁREA SOCIAL

Correio Braziliense – Marcelo Tokarski
O Banco Mundial (Bird) aprovou sua nova Estratégia de Assistência ao País (EAP) para o Brasil. O programa, destinado ao quadriênio 2004-2007, prevê empréstimos de até US$ 7,5 bilhões, o equivalente a R$ 21,9 bilhões. A verba é 50% superior aos US$ 5 bilhões previstos no EAP 2000-2003. Os novos recursos serão aplicados em projetos ligados à educação, combate à fome, geração de empregos, entre outros, com a intenção de tornar o país mais igual, sustentável e competitivo. A contrapartida do governo Lula é manter a política macroeconômica austera, além de dar continuidade às reformas fiscal e da Previdência.
Em 2004 e 2005, os dois primeiros anos da nova EAP, o Banco Mundial se dispõe a emprestar até US$ 2,2 bilhões por ano, montante superior aos valores emprestados em 2002 e 2003, respectivamente US$ 1,4 bilhão e US$ 1,3 bilhão. Hoje, o Brasil deve R$ 8,6 bilhões ao Banco Mundial. ‘‘O Brasil tem uma oportunidade inédita para melhorar a qualidade de vida de sua população, especialmente dos pobres, de modo sustentável’’, afirma Vinod Thomas, diretor do Bird para o Brasil.
De acordo com documento do banco, continuarão sendo prioridade os investimentos em educação e proteção social, com apoio financeiro e técnico a programas sociais como o Bolsa-Família e o Primeiro Emprego. Segundo o banco, ‘‘as áreas abrangidas pelos empréstimos para o Brasil incluem desenvolvimento humano, crescimento e competitividade, desenvolvimento sustentável e as reformas fiscal e da Previdência Social’’.

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