CNB/CUT – Carolina Coronel e Meire Bicudo
Durante todo o dia de hoje ocorrem manifestações pelo Brasil para marcar o Dia Nacional de Lutas no Unibanco. O objetivo é protestar contra as demissões promovidas pelo banco e por melhorias no plano de saúde.
Em São Paulo, permanecerão paradas durante todo o dia oito agências na capital e em Osasco. No Rio de Janeiro, 29 agências e dois prédios administrativos do centro da cidade estão paralisados. Em Londrina (PR), duas agências ficam fechadas até às 12 e em Curitiba são três agências, também até às 12h.
O presidente do Sindicato dos Bancários do Rio, Vinícius Assumpção, considera esta a maior paralisação deste ano no Unibanco.
O Sindicato montou mural denunciando o aumento de 500% no valor do Plano de Saúde para os agregados, as demissões e retratando os gestores do Unibanco como exterminadores de emprego. O mural expôs as fotos do presidente, Pedro Moreira Salles; do vice, Castro Neto; e dos diretores, Milton Carvalho e Armando Pompeu.
Na semana passada as atividades atingiram 22 agências e dois prédios administrativos no Rio e a USB, em São Paulo. “As entidades sindicais não vão descansar enquanto Unibanco não mudar a sua postura. Parece que o banco quer confrontar movimento sindical. Isto é um retrocesso, pois não há diálogo”, afirmou Assumpção.
O coordenador da Comissão de Organização dos Empregados do Unibanco e diretor do Seeb São Paulo, Reginaldo Silva, ressalta que as atividades devem continuam e que os bancários querem um canal de negociação com o banco sobre o emprego e o plano de saúde. Somente no início deste mês, foram demitidos 169 bancários no Unibanco e várias atividades já foram realizadas.
“Para os próximos dias estão previstas outras manifestações em defesa do emprego no Unibanco”, disse Silva. Elas fazem parte da Campanha Nacional contra as Demissões, lançada pela CNB no final do ano passado.
Quadro – As entidades sindicais que ainda não informaram à CNB as atividades realizadas hoje devem fazê-lo com urgência para que seja elaborado um quadro nacional.
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Por Mhais• 29 de março de 2004• 12:55• Sem categoria
PARALISAÇÕES MARCAM DIA DE LUTA NO UNIBANCO
CNB/CUT – Carolina Coronel e Meire Bicudo
Durante todo o dia de hoje ocorrem manifestações pelo Brasil para marcar o Dia Nacional de Lutas no Unibanco. O objetivo é protestar contra as demissões promovidas pelo banco e por melhorias no plano de saúde.
Em São Paulo, permanecerão paradas durante todo o dia oito agências na capital e em Osasco. No Rio de Janeiro, 29 agências e dois prédios administrativos do centro da cidade estão paralisados. Em Londrina (PR), duas agências ficam fechadas até às 12 e em Curitiba são três agências, também até às 12h.
O presidente do Sindicato dos Bancários do Rio, Vinícius Assumpção, considera esta a maior paralisação deste ano no Unibanco.
O Sindicato montou mural denunciando o aumento de 500% no valor do Plano de Saúde para os agregados, as demissões e retratando os gestores do Unibanco como exterminadores de emprego. O mural expôs as fotos do presidente, Pedro Moreira Salles; do vice, Castro Neto; e dos diretores, Milton Carvalho e Armando Pompeu.
Na semana passada as atividades atingiram 22 agências e dois prédios administrativos no Rio e a USB, em São Paulo. “As entidades sindicais não vão descansar enquanto Unibanco não mudar a sua postura. Parece que o banco quer confrontar movimento sindical. Isto é um retrocesso, pois não há diálogo”, afirmou Assumpção.
O coordenador da Comissão de Organização dos Empregados do Unibanco e diretor do Seeb São Paulo, Reginaldo Silva, ressalta que as atividades devem continuam e que os bancários querem um canal de negociação com o banco sobre o emprego e o plano de saúde. Somente no início deste mês, foram demitidos 169 bancários no Unibanco e várias atividades já foram realizadas.
“Para os próximos dias estão previstas outras manifestações em defesa do emprego no Unibanco”, disse Silva. Elas fazem parte da Campanha Nacional contra as Demissões, lançada pela CNB no final do ano passado.
Quadro – As entidades sindicais que ainda não informaram à CNB as atividades realizadas hoje devem fazê-lo com urgência para que seja elaborado um quadro nacional.
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