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RECORDE NO LUCRO JUSTIFICA MESA ÚNICA NO BB

Espelho Fax

O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 616 milhões no primeiro trimestre deste ano, um resultado 28,5% superior ao de igual período do ano passado (R$ 479 milhões). O BB fechou 2003 com lucro recorde de R$ 2,381 bilhões.

Com este desempenho, o BB superou em mais de 50% o lucro da Caixa para este primeiro trimestre (R$ 404 milhões). Bateu também o maior banco privado do país, o Bradesco, que lucrou R$ 608,7 milhões.

Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do banco e diretor da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT), Deli Soares, o Banco do Brasil vem conseguindo bater recorde em cima de recorde graças a qualidade do quadro funcional.

“Agora o governo precisa reconhecer este valor e cumprir a Convenção Coletiva, que vier a ser assinado com a Fenaban. Este ano teremos novamente a mesa única e não faz o menor sentido o governo dar qualquer reajuste abaixo dos padrões da Fenaban”, explicou.

O sindicalista destaca que estes números serão utilizados pelos bancários para cobrar a mesa única.

Deli Soares também ressalta que o resultado foi conseguido por meio da carteira de crédito, ou seja, não tem ligação nenhuma com a venda de produ-tos.

“A diretoria do banco precisa rever ur-gentemente as metas impostas nas agên-cias. Aposto que lucraria muito mais se não pressionasse tanto seus funcionários a vender produtos que não têm qualquer impacto na lucratividade”, finalizou.

O resultado – Um dos destaques no trimestre foi o crescimento de 41,2% da carteira de crédito ao agronegócios do banco em relação ao mesmo período de 2003.

Essa carteira registrava, ao final de março, saldo de R$ 25,9 bilhões, influenciado, segundo o banco, pelo crescimento do setor na economia brasileira.

A carteira de crédito comercial somou R$ 16,1 bilhões no período, expansão de 10,4% na comparação com igual trimestre de 2003. Já os empréstimos no varejo cresceram 33,4% e totalizaram R$ 17,8 bilhões.

O BB fechou o trimestre com uma base de 19,3 milhões de clientes, sendo 18,1 milhões de pessoas físicas e 1,2 milhão de pessoas jurídicas.

O patrimônio líquido da instituição somava R$ 12,7 bilhões, 24,8% maior do que o mesmo período de 2003. Os ativos totais cresceram 10,5%, para R$ 231,1 bilhões.

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RECORDE NO LUCRO JUSTIFICA MESA ÚNICA NO BB

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 616 milhões no primeiro trimestre deste ano, um resultado 28,5% superior ao de igual período do ano passado (R$ 479 milhões). O BB fechou 2003 com lucro recorde de R$ 2,381 bilhões.
Com este desempenho, o BB superou em mais de 50% o lucro da Caixa para este primeiro trimestre (R$ 404 milhões). Bateu também o maior banco privado do país, o Bradesco, que lucrou R$ 608,7 milhões.
Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do banco e diretor da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT), Deli Soares, o Banco do Brasil vem conseguindo bater recorde em cima de recorde graças a qualidade do quadro funcional.
“Agora o governo precisa reconhecer este valor e cumprir a Convenção Coletiva, que vier a ser assinado com a Fenaban. Este ano teremos novamente a mesa única e não faz o menor sentido o governo dar qualquer reajuste abaixo dos padrões da Fenaban”, explicou.
O sindicalista destaca que estes números serão utilizados pelos bancários para cobrar a mesa única.
Deli Soares também ressalta que o resultado foi conseguido por meio da carteira de crédito, ou seja, não tem ligação nenhuma com a venda de produ-tos.
“A diretoria do banco precisa rever ur-gentemente as metas impostas nas agên-cias. Aposto que lucraria muito mais se não pressionasse tanto seus funcionários a vender produtos que não têm qualquer impacto na lucratividade”, finalizou.
O resultado – Um dos destaques no trimestre foi o crescimento de 41,2% da carteira de crédito ao agronegócios do banco em relação ao mesmo período de 2003.
Essa carteira registrava, ao final de março, saldo de R$ 25,9 bilhões, influenciado, segundo o banco, pelo crescimento do setor na economia brasileira.
A carteira de crédito comercial somou R$ 16,1 bilhões no período, expansão de 10,4% na comparação com igual trimestre de 2003. Já os empréstimos no varejo cresceram 33,4% e totalizaram R$ 17,8 bilhões.
O BB fechou o trimestre com uma base de 19,3 milhões de clientes, sendo 18,1 milhões de pessoas físicas e 1,2 milhão de pessoas jurídicas.
O patrimônio líquido da instituição somava R$ 12,7 bilhões, 24,8% maior do que o mesmo período de 2003. Os ativos totais cresceram 10,5%, para R$ 231,1 bilhões.

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