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RAÇA: BANCÁRIOS NEGROS SÃO DISCRIMINADOS NO TRABALHO

Diário Bancário – Seeb Rio de Janeiro

Na quinta-feira passada, dia 13, foi comemorado o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo, mesma data em que foi assinada a Lei Áurea, que aboliu juridicamente a escravidão no Brasil.

Mas a histórica discriminação dos negros no mercado de trabalho ainda é uma dura realidade que não foi superada e o setor bancário não escapa desta regra.

“São poucos os negros que chegam aos cargos de chefia. A maioria é excluída das atividades de atendimento direto com o público e acaba limitado as tarefas de retaguarda. No caso das mulheres negras a situação é ainda mais grave”, disse Carlos Antonio Vovô, diretor do Sindicato.

No Brasil, a discriminação racial ainda é uma deformação marcante no mercado de trabalho.

Segundo estudos do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o mercado brasileiro paga 60% menos aos negros que possuem a mesma qualificação profissional e nível de instrução de brancos que trabalham num mesmo setor.

Média salarial

De acordo com números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1998, enquanto homens brancos tinham um salário mensal médio de R$726 e as mulheres brancas um rendimento médio de R$572, os negros ganhavam R$337 e as negras R$289.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) confirma a discriminação racial. Os índices de desemprego também são proporcionalmente maiores entre negros do que entre brancos.

Em algumas cidades esta diferença chega a 10%. As negras são ainda mais discriminadas. Na região metropolitana de São Paulo, por exemplo, a taxa de desemprego no ano passado chegou a 26,5% entre as mulheres negras contra 18,8% entre as não-negras.

“Nos bancos o racismo é ainda mais evidente do que em outros setores”, denuncia Vovô.

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RAÇA: BANCÁRIOS NEGROS SÃO DISCRIMINADOS NO TRABALHO

Diário Bancário – Seeb Rio de Janeiro
Na quinta-feira passada, dia 13, foi comemorado o Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo, mesma data em que foi assinada a Lei Áurea, que aboliu juridicamente a escravidão no Brasil.
Mas a histórica discriminação dos negros no mercado de trabalho ainda é uma dura realidade que não foi superada e o setor bancário não escapa desta regra.
“São poucos os negros que chegam aos cargos de chefia. A maioria é excluída das atividades de atendimento direto com o público e acaba limitado as tarefas de retaguarda. No caso das mulheres negras a situação é ainda mais grave”, disse Carlos Antonio Vovô, diretor do Sindicato.
No Brasil, a discriminação racial ainda é uma deformação marcante no mercado de trabalho.
Segundo estudos do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), o mercado brasileiro paga 60% menos aos negros que possuem a mesma qualificação profissional e nível de instrução de brancos que trabalham num mesmo setor.
Média salarial
De acordo com números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 1998, enquanto homens brancos tinham um salário mensal médio de R$726 e as mulheres brancas um rendimento médio de R$572, os negros ganhavam R$337 e as negras R$289.
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) confirma a discriminação racial. Os índices de desemprego também são proporcionalmente maiores entre negros do que entre brancos.
Em algumas cidades esta diferença chega a 10%. As negras são ainda mais discriminadas. Na região metropolitana de São Paulo, por exemplo, a taxa de desemprego no ano passado chegou a 26,5% entre as mulheres negras contra 18,8% entre as não-negras.
“Nos bancos o racismo é ainda mais evidente do que em outros setores”, denuncia Vovô.

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