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CUT VOLTA A COBRAR CORREÇÃO NA TABELA DO IR

Correio Braziliense

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luiz Marinho, lançou ontem o desafio para descobrir “quem é o mais teimoso” — ele, defensor da correção imediata da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), ou o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, que tem apresentado ressalvas à atualização dos valores por causa da perda na arrecadação tributária.

“Veremos quem será o mais teimoso: nós ou Palocci. E se, de fato essa correção vai ou não sair”, provocou.

“Vamos corrigir essa tabela nem que seja na marra. É problema do governo, e não nosso onde cortar o Orçamento para atender à correção”, arrematou o presidente da CUT.

Ele disse esperar uma resposta do ministro para o próximo dia 1º de junho, data marcada para a reunião com os sindicalistas.

“Até lá, não estou levando nada em consideração do que o ministro tem dito”, afirmou. O sindicalista insistiu que a correção da tabela é um compromisso público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “que está acima do ministro Palocci”, e, portanto, será uma política de governo.

“O Orçamento nem deveria contar com tantos recursos do Imposto de Renda. Por isso vamos manter o processo de negociação e esperamos uma resposta no dia 1º. Com certeza, será uma decisão tomada nos últimos milésimos de segundos, mas não entregaremos os pontos”, garantiu Luiz Marinho.

Desde 1996 a tabela não é corrigida e acumula perda de 55,3%, considerando a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços de Mercado) no período, descontado o reajuste de 15,5% concedido em 2001, no governo Fernando Henrique.

Desde o início do mês, o ministro Palocci afirma que uma correção este ano seria impossível por falta de orçamento, já que a atualização dos valores implicaria em perda de arrecadação.

No último domingo, ele reafirmou que a correção só deverá acontecer em 2005. Mas que ela só será feita junto com a modificação das alíquotas para compensar nas rendas mais altas a perda de receita sobre os menores salários.

Na ocasião, Palocci disse ainda que enviará ao Congresso até o dia 31 de agosto, projeto de lei que propõe as mudanças na cobrança do Imposto de Renda em 2005.

Atualmente há três faixas de contribuição. Quem ganha até R$ 1.058,00 por mês está isento. Acima desse valor e até R$ 2.115 a alíquota é de 15% e a última alíquota de 27,5% incide sobre os rendimentos superiores a R$ 2.115,00.

Por 10:34 Notícias

CUT VOLTA A COBRAR CORREÇÃO NA TABELA DO IR

Correio Braziliense
O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Luiz Marinho, lançou ontem o desafio para descobrir “quem é o mais teimoso” — ele, defensor da correção imediata da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), ou o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, que tem apresentado ressalvas à atualização dos valores por causa da perda na arrecadação tributária.
“Veremos quem será o mais teimoso: nós ou Palocci. E se, de fato essa correção vai ou não sair”, provocou.
“Vamos corrigir essa tabela nem que seja na marra. É problema do governo, e não nosso onde cortar o Orçamento para atender à correção”, arrematou o presidente da CUT.
Ele disse esperar uma resposta do ministro para o próximo dia 1º de junho, data marcada para a reunião com os sindicalistas.
“Até lá, não estou levando nada em consideração do que o ministro tem dito”, afirmou. O sindicalista insistiu que a correção da tabela é um compromisso público do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “que está acima do ministro Palocci”, e, portanto, será uma política de governo.
“O Orçamento nem deveria contar com tantos recursos do Imposto de Renda. Por isso vamos manter o processo de negociação e esperamos uma resposta no dia 1º. Com certeza, será uma decisão tomada nos últimos milésimos de segundos, mas não entregaremos os pontos”, garantiu Luiz Marinho.
Desde 1996 a tabela não é corrigida e acumula perda de 55,3%, considerando a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços de Mercado) no período, descontado o reajuste de 15,5% concedido em 2001, no governo Fernando Henrique.
Desde o início do mês, o ministro Palocci afirma que uma correção este ano seria impossível por falta de orçamento, já que a atualização dos valores implicaria em perda de arrecadação.
No último domingo, ele reafirmou que a correção só deverá acontecer em 2005. Mas que ela só será feita junto com a modificação das alíquotas para compensar nas rendas mais altas a perda de receita sobre os menores salários.
Na ocasião, Palocci disse ainda que enviará ao Congresso até o dia 31 de agosto, projeto de lei que propõe as mudanças na cobrança do Imposto de Renda em 2005.
Atualmente há três faixas de contribuição. Quem ganha até R$ 1.058,00 por mês está isento. Acima desse valor e até R$ 2.115 a alíquota é de 15% e a última alíquota de 27,5% incide sobre os rendimentos superiores a R$ 2.115,00.

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