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CURITIBA TEM O 4.º MAIOR POTENCIAL DE CONSUMO

Gazeta do Povo

No ranking por estado, o Paraná está na quinta posição

Curitiba subiu um lugar no ranking dos 50 maiores municípios do país com maior índice de potencial de consumo (IPC) de 2001 para 2004 e ocupa agora a quarta posição.

Esta é uma das conclusões do estudo Brasil em Foco 2004 – Índice Target de Potencial de Consumo (IPC). Curitiba tem hoje 1,96% do potencial de consumo do Brasil ou quase R$ 19 bilhões, se for levado em consideração o potencial de consumo total do Brasil para este ano, de R$ 969,4 bilhões.

O levantamento é elaborado anualmente pela Target Marketing, de São Paulo, com dados secundários coletados em fontes oficiais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa ainda mostrou que, no ranking por estado, o Paraná ocupa o quinto lugar, com 6,63% do potencial de consumo.

Em 2001, o Paraná também ocupava o quinto lugar, mas com 6,73% do potencial de consumo. Os primeiros lugares, em 2004, são ocupados por São Paulo (com 32,7%), Rio de Janeiro (11,27%), Minas Gerais (9,91%) e Rio Grande do Sul (7,76%).

A queda no potencial do consumo é explicada pelo diretor da Target, Marcos Pazzini. Ele diz que é comum haver variação do potencial de consumo entre uma pesquisa e outra.

No caso de Curitiba, que caiu de 2,01% em 2001 para 1,96% em 2004, a queda se deu porque este potencial se “pulverizou” entre as cidades da região metropolitana.

Segundo a pesquisa, dos 25 municípios da RMC, 16 ganharam IPC e 9 perderam. O município em que o IPC mais cresceu foi São José dos Pinhais, que saiu de 0,145% para 0,156%.

Outro município que registrou crescimento foi Colombo, cujo IPC passou de 0,109% para 0,119%. Toda a RMC tem potencial de consumo de 2,6%.

Dentro do estado, as três cidades com maior potencial de consumo, depois de Curitiba, são Londrina (com 0,42%, ocupando o 30.º lugar no ranking brasileiro), Maringá (0,28%, 48.º lugar) e Ponta Grossa (0,21%, 65.º lugar).

De acordo com o Brasil em Foco, em 2001, o Brasil tinha pouco mais de 172 milhões de habitantes, responsáveis por um consumo de US$ 317,2 bilhões, equivalentes na época a R$ 745,4 bilhões.

O consumo per capita anual da população urbana na época era de US$ 2.176 (ou R$ 5.114,85). Em 2004, a população brasileira está estimada em mais de 179 milhões de habitantes, que deverão responder por US$ 328,6 bilhões em consumo, equivalentes a R$ 969,4 bilhões.

O consumo per capita anual está estimado em US$ 2.152, equivalentes a R$ 6.350,00. Nestes três anos, o estudo aponta que a população vem apresentando um crescimento de 1,3% ao ano, enquanto o potencial de consumo cresceu em média 1,2% ao ano.

Segundo a pesquisa, a Região Sudeste continua sendo a mais importante do país, concentrando 55,8% de todo o consumo nacional. Em segundo lugar, o destaque fica para a Região Sul, responsável por 18,4% do consumo brasileiro.

Priscila Bueno

Por 11:17 Notícias

CURITIBA TEM O 4.º MAIOR POTENCIAL DE CONSUMO

Gazeta do Povo
No ranking por estado, o Paraná está na quinta posição
Curitiba subiu um lugar no ranking dos 50 maiores municípios do país com maior índice de potencial de consumo (IPC) de 2001 para 2004 e ocupa agora a quarta posição.
Esta é uma das conclusões do estudo Brasil em Foco 2004 – Índice Target de Potencial de Consumo (IPC). Curitiba tem hoje 1,96% do potencial de consumo do Brasil ou quase R$ 19 bilhões, se for levado em consideração o potencial de consumo total do Brasil para este ano, de R$ 969,4 bilhões.
O levantamento é elaborado anualmente pela Target Marketing, de São Paulo, com dados secundários coletados em fontes oficiais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa ainda mostrou que, no ranking por estado, o Paraná ocupa o quinto lugar, com 6,63% do potencial de consumo.
Em 2001, o Paraná também ocupava o quinto lugar, mas com 6,73% do potencial de consumo. Os primeiros lugares, em 2004, são ocupados por São Paulo (com 32,7%), Rio de Janeiro (11,27%), Minas Gerais (9,91%) e Rio Grande do Sul (7,76%).
A queda no potencial do consumo é explicada pelo diretor da Target, Marcos Pazzini. Ele diz que é comum haver variação do potencial de consumo entre uma pesquisa e outra.
No caso de Curitiba, que caiu de 2,01% em 2001 para 1,96% em 2004, a queda se deu porque este potencial se “pulverizou” entre as cidades da região metropolitana.
Segundo a pesquisa, dos 25 municípios da RMC, 16 ganharam IPC e 9 perderam. O município em que o IPC mais cresceu foi São José dos Pinhais, que saiu de 0,145% para 0,156%.
Outro município que registrou crescimento foi Colombo, cujo IPC passou de 0,109% para 0,119%. Toda a RMC tem potencial de consumo de 2,6%.
Dentro do estado, as três cidades com maior potencial de consumo, depois de Curitiba, são Londrina (com 0,42%, ocupando o 30.º lugar no ranking brasileiro), Maringá (0,28%, 48.º lugar) e Ponta Grossa (0,21%, 65.º lugar).
De acordo com o Brasil em Foco, em 2001, o Brasil tinha pouco mais de 172 milhões de habitantes, responsáveis por um consumo de US$ 317,2 bilhões, equivalentes na época a R$ 745,4 bilhões.
O consumo per capita anual da população urbana na época era de US$ 2.176 (ou R$ 5.114,85). Em 2004, a população brasileira está estimada em mais de 179 milhões de habitantes, que deverão responder por US$ 328,6 bilhões em consumo, equivalentes a R$ 969,4 bilhões.
O consumo per capita anual está estimado em US$ 2.152, equivalentes a R$ 6.350,00. Nestes três anos, o estudo aponta que a população vem apresentando um crescimento de 1,3% ao ano, enquanto o potencial de consumo cresceu em média 1,2% ao ano.
Segundo a pesquisa, a Região Sudeste continua sendo a mais importante do país, concentrando 55,8% de todo o consumo nacional. Em segundo lugar, o destaque fica para a Região Sul, responsável por 18,4% do consumo brasileiro.
Priscila Bueno

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