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UNIDADE É O CENTRO DOS DEBATES DA CONFERÊNCIA NACIONAL

CNB

A um dia da Conferência Nacional, 1.200 bancários se preparam para o encontro que irá deliberar as políticas que nortearão a Campanha Salarial deste ano.

O maior evento da categoria, que acontece entre os dias 4 e 8 de junho em São Paulo, contará com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, e do presidente da CUT Nacional, Luiz Marinho.

O presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, espera que o governo Lula avance no processo de contratação coletiva.

“Precisamos aproveitar a conjuntura atual, na qual temos um governo sob a influência do PT, para buscarmos um Contrato Nacional Coletivo de Trabalho para todos os Trabalhadores do Ramo Financeiro”.

Conforme o presidente da CNB, chegou a hora de começar a organizar os trabalhadores em empresas de crédito em um mesmo ramo, o financeiro.

A campanha unificada, segundo Freitas, é o primeiro passo para que isso aconteça. A categoria hoje abrange cerca de 400 mil bancários.

“Com os trabalhadores em empresas de crédito organizados em um mesmo ramo, serão mais de 1 milhão unificados em uma mesma luta e sob a égide de um mesmo contrato”, prevê Freitas.

O presidente da CNB enfatiza que além da construção do ramo financeiro, esta Campanha Salarial terá como desafios a recomposição das perdas salariais, a consolidação da unidade da categoria e o avanço na conquista da mesa única de negociação.

“A Campanha deste ano deve somar novos avanços em relação aos conquistados no ano passado como o Acordo Coletivo celebrado com a Fenaban que foi referência para os bancos públicos”.

Confira abaixo o que algumas das principais lideranças bancárias do país esperam desta campanha salarial.

Sebastião Geraldo Cardozo, presidente da Fetec SP – Tivemos uma conferência estadual bastante positiva com aproximadamente 350 delegados. A partir da pesquisa que identificou os maiores anseios dos bancários, estruturamos a programação. Os bancários querem aumento real nos salários, campanha salarial unificada e participação nos lucros. E são essas premissas que iremos levar para a Conferência Nacional dos Bancários. Iremos consolidar a Campanha Salarial Unificada, apontando para um Contrato Nacional Coletivo de Trabalho, um índice que unifique toda a categoria, com aumento real de salário e participação efetiva nos lucros.

Luiz Cláudio Marcolino, secretário-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região – Os bancos podem manter e até criar mais empregos, ampliando o horário de atendimento (das 9h às 17h) bancário com dois turnos de trabalho. A mobilização de todos os bancários do sistema financeiro brasileiro é nossa melhor perspectiva para agregar novos direitos à convenção coletiva de trabalho. Mais uma vez, os resultados demonstram que os bancos não têm razão para demitir. Pelo contrário, podem aumentar seus quadros e pagar salários mais adequados ao trabalho realizado pelos bancários, responsáveis diretos por esse lucro exorbitante.

Vinícius Assumpção, presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro – Esta conferência tem o papel de construir e consolidar a categoria, além de dar aumento real de salário. O sistema financeiro está lucrando como nunca em toda a história dos bancos no Brasil. A estratégia de campanha está correta. As maiores vitórias foram conquistas com a categoria unificada.

Lucius Fabiani, presidente da Fetec NE – O debate político prevaleceu na Conferência Regional, uma das maiores dos últimos tempos. A Conferência da Fetec Nordeste também tratou da privatização dos bancos federalizados e destacou a importância do BNB. Há disposição por parte dos dirigentes do Ceará, Piauí e Santa Catarina de criar um fórum para discussão de políticas e ações para barrar o processo de privatização dos bancos desses estados. Há disposição dos bancários para buscar a reparação as perdas salariais da última década e também resgatar a discussão de PCS PCC, além do anuênio.

Fabiano Paulo da Silva Júnior, presidente da Federação dos Bancários do RJ/ES – Será uma campanha salarial difícil em função da expectativa de inflação futura colocada pelo governo e Fenaban, em torno de 5,5% a 6%. Logo após a Conferência, deverá ser apontado um calendário de atividades e dentro desse calendário, uma data para a realização de um Encontro Nacional. Na Conferência Regional debatemos sobre os correspondentes bancários, campanha unificada com mesa única de negociação, ampliação de horário de atendimento sem redução de salário, inclusão da convenção 158 da OIT, reposição das perdas de setembro de 1994 a novembro de 2004, além de aumento real nos salários. A categoria precisa estar mobilizada para avançar nas conquistas.

Fernando Neiva, presidente do Sindicato dos Bancários de BH e Região – Devemos buscar as perdas salariais passadas principalmente nos bancos públicos. Reivindicaremos que seja equiparado para os funcionários da Caixa Econômica Federal o valor da cesta alimentação dos funcionários do Banco do Brasil. No BB a cesta é de R$ 200, enquanto na Caixa é de R$ 100. Nossa tarefa será organizar a categoria para conquistar.

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UNIDADE É O CENTRO DOS DEBATES DA CONFERÊNCIA NACIONAL

CNB
A um dia da Conferência Nacional, 1.200 bancários se preparam para o encontro que irá deliberar as políticas que nortearão a Campanha Salarial deste ano.
O maior evento da categoria, que acontece entre os dias 4 e 8 de junho em São Paulo, contará com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha, e do presidente da CUT Nacional, Luiz Marinho.
O presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, espera que o governo Lula avance no processo de contratação coletiva.
“Precisamos aproveitar a conjuntura atual, na qual temos um governo sob a influência do PT, para buscarmos um Contrato Nacional Coletivo de Trabalho para todos os Trabalhadores do Ramo Financeiro”.
Conforme o presidente da CNB, chegou a hora de começar a organizar os trabalhadores em empresas de crédito em um mesmo ramo, o financeiro.
A campanha unificada, segundo Freitas, é o primeiro passo para que isso aconteça. A categoria hoje abrange cerca de 400 mil bancários.
“Com os trabalhadores em empresas de crédito organizados em um mesmo ramo, serão mais de 1 milhão unificados em uma mesma luta e sob a égide de um mesmo contrato”, prevê Freitas.
O presidente da CNB enfatiza que além da construção do ramo financeiro, esta Campanha Salarial terá como desafios a recomposição das perdas salariais, a consolidação da unidade da categoria e o avanço na conquista da mesa única de negociação.
“A Campanha deste ano deve somar novos avanços em relação aos conquistados no ano passado como o Acordo Coletivo celebrado com a Fenaban que foi referência para os bancos públicos”.
Confira abaixo o que algumas das principais lideranças bancárias do país esperam desta campanha salarial.
Sebastião Geraldo Cardozo, presidente da Fetec SP – Tivemos uma conferência estadual bastante positiva com aproximadamente 350 delegados. A partir da pesquisa que identificou os maiores anseios dos bancários, estruturamos a programação. Os bancários querem aumento real nos salários, campanha salarial unificada e participação nos lucros. E são essas premissas que iremos levar para a Conferência Nacional dos Bancários. Iremos consolidar a Campanha Salarial Unificada, apontando para um Contrato Nacional Coletivo de Trabalho, um índice que unifique toda a categoria, com aumento real de salário e participação efetiva nos lucros.
Luiz Cláudio Marcolino, secretário-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região – Os bancos podem manter e até criar mais empregos, ampliando o horário de atendimento (das 9h às 17h) bancário com dois turnos de trabalho. A mobilização de todos os bancários do sistema financeiro brasileiro é nossa melhor perspectiva para agregar novos direitos à convenção coletiva de trabalho. Mais uma vez, os resultados demonstram que os bancos não têm razão para demitir. Pelo contrário, podem aumentar seus quadros e pagar salários mais adequados ao trabalho realizado pelos bancários, responsáveis diretos por esse lucro exorbitante.
Vinícius Assumpção, presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro – Esta conferência tem o papel de construir e consolidar a categoria, além de dar aumento real de salário. O sistema financeiro está lucrando como nunca em toda a história dos bancos no Brasil. A estratégia de campanha está correta. As maiores vitórias foram conquistas com a categoria unificada.
Lucius Fabiani, presidente da Fetec NE – O debate político prevaleceu na Conferência Regional, uma das maiores dos últimos tempos. A Conferência da Fetec Nordeste também tratou da privatização dos bancos federalizados e destacou a importância do BNB. Há disposição por parte dos dirigentes do Ceará, Piauí e Santa Catarina de criar um fórum para discussão de políticas e ações para barrar o processo de privatização dos bancos desses estados. Há disposição dos bancários para buscar a reparação as perdas salariais da última década e também resgatar a discussão de PCS PCC, além do anuênio.
Fabiano Paulo da Silva Júnior, presidente da Federação dos Bancários do RJ/ES – Será uma campanha salarial difícil em função da expectativa de inflação futura colocada pelo governo e Fenaban, em torno de 5,5% a 6%. Logo após a Conferência, deverá ser apontado um calendário de atividades e dentro desse calendário, uma data para a realização de um Encontro Nacional. Na Conferência Regional debatemos sobre os correspondentes bancários, campanha unificada com mesa única de negociação, ampliação de horário de atendimento sem redução de salário, inclusão da convenção 158 da OIT, reposição das perdas de setembro de 1994 a novembro de 2004, além de aumento real nos salários. A categoria precisa estar mobilizada para avançar nas conquistas.
Fernando Neiva, presidente do Sindicato dos Bancários de BH e Região – Devemos buscar as perdas salariais passadas principalmente nos bancos públicos. Reivindicaremos que seja equiparado para os funcionários da Caixa Econômica Federal o valor da cesta alimentação dos funcionários do Banco do Brasil. No BB a cesta é de R$ 200, enquanto na Caixa é de R$ 100. Nossa tarefa será organizar a categoria para conquistar.

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