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APOSENTADOS VOLTAM A SER ALVO DOS BANCOS

Gazeta Mercantil – Alessandra Paz

Concentrar as carteiras de crédito em nichos que ofereçam baixo risco de inadimplência. Esse raciocínio tem levado os principais bancos do País a apostar suas fichas nos aposentados e pensionistas que recebem os benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

A iniciativa foi reforçada com o programa desenvolvido pelo Governo Federal que vincula essa modalidade de empréstimo pessoal à folha de pagamentos do INSS.

“As chances de não receber dos aposentados são mínimas”, afirma o diretor de rede e distribuição da Nossa Caixa, Luiz Francisco Monteiro. “Eles são ótimos pagadores e na maioria dos casos, o desconto das parcelas é feito diretamente em conta corrente”, acrescenta.

Segundo o executivo, a Nossa Caixa tem hoje emprestado cerca de R$ 100 milhões em mais de 75 mil contratos com um tíquete médio de R$ 300. As taxas de juros variam entre 2,10% e 2,8%, conforme o prazo de pagamento – que pode chegar até 36 meses.

Já a Caixa Econômica Federal , foi o primeiro banco a assinar o convênio com o Ministério da Previdência Social para consignar os créditos à folha dos segurados pelo INSS. Nesta modalidade, os juros ficam entre 1,75% e 2,8% ao mês, de acordo com o prazo.

O presidente da Caixa, Jorge Mattoso afirma que o banco reservou, até o fim do ano, R$ 1,2 bilhão para esse programa, cifra suficiente para atender aproximadamente 800 mil segurados entre aposentados e pensionistas do INSS.

O Banco do Brasil, por sua vez, temeroso em perder seus clientes para a Caixa, reestruturou sua linha de crédito para os beneficiários do INSS, flexibilizando taxas, prazos e limites.

A instituição financeira reduziu os juros da linha de crédito benefício de 4,49% ao mês para 1,75% ao mês nos casos de parcelamento em até seis vezes.

Para os pagamentos entre sete e doze meses a taxa é de 2% ao mês enquanto que nos prazos que variam entre 13 e 24 meses, os juros ficam em 2,5%.

O limites máximo de empréstimo foi ampliado de R$ 10 mil para R$ 40 mil. Segundo dados fornecidos pelo BB, só na linha de microcrédito para beneficiários do INSS, foram emprestados R$ 27,5 milhões.

Por 10:08 Notícias

APOSENTADOS VOLTAM A SER ALVO DOS BANCOS

Gazeta Mercantil – Alessandra Paz
Concentrar as carteiras de crédito em nichos que ofereçam baixo risco de inadimplência. Esse raciocínio tem levado os principais bancos do País a apostar suas fichas nos aposentados e pensionistas que recebem os benefícios do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).
A iniciativa foi reforçada com o programa desenvolvido pelo Governo Federal que vincula essa modalidade de empréstimo pessoal à folha de pagamentos do INSS.
“As chances de não receber dos aposentados são mínimas”, afirma o diretor de rede e distribuição da Nossa Caixa, Luiz Francisco Monteiro. “Eles são ótimos pagadores e na maioria dos casos, o desconto das parcelas é feito diretamente em conta corrente”, acrescenta.
Segundo o executivo, a Nossa Caixa tem hoje emprestado cerca de R$ 100 milhões em mais de 75 mil contratos com um tíquete médio de R$ 300. As taxas de juros variam entre 2,10% e 2,8%, conforme o prazo de pagamento – que pode chegar até 36 meses.
Já a Caixa Econômica Federal , foi o primeiro banco a assinar o convênio com o Ministério da Previdência Social para consignar os créditos à folha dos segurados pelo INSS. Nesta modalidade, os juros ficam entre 1,75% e 2,8% ao mês, de acordo com o prazo.
O presidente da Caixa, Jorge Mattoso afirma que o banco reservou, até o fim do ano, R$ 1,2 bilhão para esse programa, cifra suficiente para atender aproximadamente 800 mil segurados entre aposentados e pensionistas do INSS.
O Banco do Brasil, por sua vez, temeroso em perder seus clientes para a Caixa, reestruturou sua linha de crédito para os beneficiários do INSS, flexibilizando taxas, prazos e limites.
A instituição financeira reduziu os juros da linha de crédito benefício de 4,49% ao mês para 1,75% ao mês nos casos de parcelamento em até seis vezes.
Para os pagamentos entre sete e doze meses a taxa é de 2% ao mês enquanto que nos prazos que variam entre 13 e 24 meses, os juros ficam em 2,5%.
O limites máximo de empréstimo foi ampliado de R$ 10 mil para R$ 40 mil. Segundo dados fornecidos pelo BB, só na linha de microcrédito para beneficiários do INSS, foram emprestados R$ 27,5 milhões.

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