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MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DESENVOLVEM MAIS DOENÇAS

Pesquisa mostra que mulheres sobreviventes de violência desenvolvem mais doenças (EP-19)

Em matéria de destaque, a Época retratou a relação entre violência doméstica e desenvolvimento de doenças ao longo da vida. A revista se baseou em pesquisas realizadas pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do governo americano, que mostram uma conexão entre a violência sofrida e o desenvolvimento de cânceres, diabetes e males do coração. Os estudos revelaram também que mulheres vítimas de abuso sexual na infância tendem a contrair DST’s com maior facilidade quando adultas, além de apresentarem mais complicações na gravidez e probabilidade elevada de aborto e distúrbios psicológicos.

A presidente do Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo, Aparecida de Almeida, explicou que “São traumas difíceis de ser superados e que se manifestam fortemente no organismo depois”. Outra fonte ouvida pela revista, a reumatologista do hospital Albert Einstein, Evelyn Goldenberg, confirmou essa relação. A médica observou que as dores crônicas de mulheres aparentemente bem casadas aparecem, em geral, junto com histórico de violência doméstica.

O psiquiatra Cyro Masci, membro da Sociedade Norte-Americana de Stress Pós-Traumático, explicou que os efeitos tardios das agressões têm explicações médicas. O medo desencadeia reações coordenadas por hormônios que preparam o organismo para resistir a um ataque, provocando suor frio, aceleração dos batimentos cardíacos e alterações no sistema digestivo. A revista ressaltou a necessidade de criação de mais serviços de atendimento e acolhimento de mulheres que sofrem violência. A matéria trouxe ainda a história de uma das integrantes do grupo teatral “As Mal Amadas”, Atrevidas e Abusadas, Neusa José Brito, que relatou como conseguiu superar as agressões do marido.

Fonte: Boletim Eletronico – Saúde Reprodutiva

Por 15:55 Notícias

MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DESENVOLVEM MAIS DOENÇAS

Pesquisa mostra que mulheres sobreviventes de violência desenvolvem mais doenças (EP-19)
Em matéria de destaque, a Época retratou a relação entre violência doméstica e desenvolvimento de doenças ao longo da vida. A revista se baseou em pesquisas realizadas pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) do governo americano, que mostram uma conexão entre a violência sofrida e o desenvolvimento de cânceres, diabetes e males do coração. Os estudos revelaram também que mulheres vítimas de abuso sexual na infância tendem a contrair DST’s com maior facilidade quando adultas, além de apresentarem mais complicações na gravidez e probabilidade elevada de aborto e distúrbios psicológicos.
A presidente do Conselho Estadual da Condição Feminina de São Paulo, Aparecida de Almeida, explicou que “São traumas difíceis de ser superados e que se manifestam fortemente no organismo depois”. Outra fonte ouvida pela revista, a reumatologista do hospital Albert Einstein, Evelyn Goldenberg, confirmou essa relação. A médica observou que as dores crônicas de mulheres aparentemente bem casadas aparecem, em geral, junto com histórico de violência doméstica.
O psiquiatra Cyro Masci, membro da Sociedade Norte-Americana de Stress Pós-Traumático, explicou que os efeitos tardios das agressões têm explicações médicas. O medo desencadeia reações coordenadas por hormônios que preparam o organismo para resistir a um ataque, provocando suor frio, aceleração dos batimentos cardíacos e alterações no sistema digestivo. A revista ressaltou a necessidade de criação de mais serviços de atendimento e acolhimento de mulheres que sofrem violência. A matéria trouxe ainda a história de uma das integrantes do grupo teatral “As Mal Amadas”, Atrevidas e Abusadas, Neusa José Brito, que relatou como conseguiu superar as agressões do marido.
Fonte: Boletim Eletronico – Saúde Reprodutiva

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