D. PT
(Brasília) A política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva está fazendo o Brasil mudar sua imagem de um “gigante gentil e introvertido” no cenário internacional, de acordo com a revista britânica The Economist. Em uma reportagem intitulada “Um gigante se mexe”, a revista afirma que o Brasil está “fazendo um lance pelo status de grande potência”.
A revista afirma que o presidente Lula busca ser o porta-voz dos países pobres, cita a atuação do país na formação do G20, que combateu o protecionismo agrícola e a expedição enviada ao Haiti. “É uma força pequena, mas de enorme significado simbólico”, diz a Economist, referindo-se ao envio de 1,2 mil soldados brasileiros ao Haiti, apresentado como um exemplo da nova postura ativa do Brasil na política internacional.
Segundo avaliação da reportagem, Por um lado, o desejo mais caro ao Brasil é o de mitigar o domínio dos Estados Unidos em assuntos globais e dessa maneira incrementar a influência brasileira. No entanto, muitos dos interesses desses países coincidem. A revista cita o papel do Brasil em crises na Bolívia e Venezuela.
A Economist diz, no entanto, que há potenciais pontos de fricção nas relações entre os dois gigantes da América. Por exemplo, o fato de que “o Brasil se recusou a permitir inspeções em suas centrífugas para enriquecer urânio”.
Fonte: Diretório do PT
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Por Mhais• 16 de junho de 2004• 10:13• Sem categoria
BRASIL É GIGANTE QUE COMEÇA A SE MEXER, DIZ “ECONOMIST”
D. PT
(Brasília) A política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva está fazendo o Brasil mudar sua imagem de um “gigante gentil e introvertido” no cenário internacional, de acordo com a revista britânica The Economist. Em uma reportagem intitulada “Um gigante se mexe”, a revista afirma que o Brasil está “fazendo um lance pelo status de grande potência”.
A revista afirma que o presidente Lula busca ser o porta-voz dos países pobres, cita a atuação do país na formação do G20, que combateu o protecionismo agrícola e a expedição enviada ao Haiti. “É uma força pequena, mas de enorme significado simbólico”, diz a Economist, referindo-se ao envio de 1,2 mil soldados brasileiros ao Haiti, apresentado como um exemplo da nova postura ativa do Brasil na política internacional.
Segundo avaliação da reportagem, Por um lado, o desejo mais caro ao Brasil é o de mitigar o domínio dos Estados Unidos em assuntos globais e dessa maneira incrementar a influência brasileira. No entanto, muitos dos interesses desses países coincidem. A revista cita o papel do Brasil em crises na Bolívia e Venezuela.
A Economist diz, no entanto, que há potenciais pontos de fricção nas relações entre os dois gigantes da América. Por exemplo, o fato de que “o Brasil se recusou a permitir inspeções em suas centrífugas para enriquecer urânio”.
Fonte: Diretório do PT
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