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Por 10:37 Notícias

FONTELES DENUNCIA SENADOR POR MANTER TRABALHADORES EM CONDIÇÃO DE ESCRAVIDÃ

da Folha de S.Paulo, em Brasília
O procurador-geral da República, Claudio Fonteles, ofereceu denúncia ao Supremo Tribunal Federal contra o senador João Ribeiro (PFL-TO), acusado de manter 38 trabalhadores rurais em condição de escravidão. O senador disse que a denúncia é infundada.
A denúncia surgiu a partir de fiscalização do Ministério do Trabalho realizada no dia 13 de fevereiro. Os trabalhadores foram encontrados na fazenda do senador no município de Piçarra, no Pará.
Os fiscais foram chamados a investigar a situação da propriedade após o relato feito por um trabalhador e a Comissão Pastoral da Terra da Diocese de Araguaína.
Por ser senador, Ribeiro deve ser julgado em foro privilegiado: o processo vai correr no STF. A partir de agora um relator será designado para verificar a denúncia.
Na denúncia, Fonteles afirma que os trabalhadores dormiam em ranchos cobertos por folhas de palmeiras, sem paredes que impedissem a entrada de vento.
O senador João Ribeiro disse contratou os trabalhadores por menos de 30 dias para roçar o pasto e que ofereceu todas as condições adequadas.
“As acusações são infundadas. Jamais mantive em minha propriedade um sistema de escravidão”, disse Ribeiro. Segundo ele, o que os fiscais encontraram foi uma situação comum da região: “As pessoas costumam dormir em redes. Isso é uma prática comum na região”.

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FONTELES DENUNCIA SENADOR POR MANTER TRABALHADORES EM CONDIÇÃO DE ESCRAVIDÃ

da Folha de S.Paulo, em Brasília

O procurador-geral da República, Claudio Fonteles, ofereceu denúncia ao Supremo Tribunal Federal contra o senador João Ribeiro (PFL-TO), acusado de manter 38 trabalhadores rurais em condição de escravidão. O senador disse que a denúncia é infundada.

A denúncia surgiu a partir de fiscalização do Ministério do Trabalho realizada no dia 13 de fevereiro. Os trabalhadores foram encontrados na fazenda do senador no município de Piçarra, no Pará.

Os fiscais foram chamados a investigar a situação da propriedade após o relato feito por um trabalhador e a Comissão Pastoral da Terra da Diocese de Araguaína.

Por ser senador, Ribeiro deve ser julgado em foro privilegiado: o processo vai correr no STF. A partir de agora um relator será designado para verificar a denúncia.

Na denúncia, Fonteles afirma que os trabalhadores dormiam em ranchos cobertos por folhas de palmeiras, sem paredes que impedissem a entrada de vento.

O senador João Ribeiro disse contratou os trabalhadores por menos de 30 dias para roçar o pasto e que ofereceu todas as condições adequadas.

“As acusações são infundadas. Jamais mantive em minha propriedade um sistema de escravidão”, disse Ribeiro. Segundo ele, o que os fiscais encontraram foi uma situação comum da região: “As pessoas costumam dormir em redes. Isso é uma prática comum na região”.

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