Folha de São Paulo
Pouco depois da intervenção no banco Econômico, o governo criou, em 1995, o Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional) com o objetivo de resolver a situação de instituições financeiras em dificuldade.
O princípio básico do Proer era permitir que os bancos quebrados fossem divididos em duas partes: a “parte boa” -rede de agências e depósitos de clientes- poderia ser vendida para outros bancos, enquanto a “parte ruim” -dívidas, em especial com o governo- passaria a ser administrada pelo Banco Central.
Para tentar garantir o pagamento das dívidas dessas instituições, o BC injetou na “parte ruim” um grande volume de títulos públicos, como os do FCVS. O governo dizia que o Proer era necessário para evitar que a quebra de alguns bancos prejudicasse a credibilidade do sistema financeiro.
O BC estima que o Proer vá custar cerca de R$ 6 bilhões aos cofres públicos -o valor exato só será conhecido após o fim da liqüidação dos bancos envolvidos.
Notícias recentes
- Lula ganharia de Flávio em eventual 2º turno, diz Quaest
- Toffoli admite sociedade em resort, mas nega pagamentos de Vorcaro
- Diretor da PF diz que caso Master é a maior investigação contra o sistema financeiro
- PF pede suspeição de Toffoli no caso Master; ministro reage
- Isenção do IR: saiba como a medida impacta a vida do trabalhador
Comentários
Por Mhais• 24 de junho de 2004• 10:17• Sem categoria
GOVERNO CRIOU EM 95 PROGRAMA DE SOCORRO BANCÁRIO
Folha de São Paulo
Pouco depois da intervenção no banco Econômico, o governo criou, em 1995, o Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional) com o objetivo de resolver a situação de instituições financeiras em dificuldade.
O princípio básico do Proer era permitir que os bancos quebrados fossem divididos em duas partes: a “parte boa” -rede de agências e depósitos de clientes- poderia ser vendida para outros bancos, enquanto a “parte ruim” -dívidas, em especial com o governo- passaria a ser administrada pelo Banco Central.
Para tentar garantir o pagamento das dívidas dessas instituições, o BC injetou na “parte ruim” um grande volume de títulos públicos, como os do FCVS. O governo dizia que o Proer era necessário para evitar que a quebra de alguns bancos prejudicasse a credibilidade do sistema financeiro.
O BC estima que o Proer vá custar cerca de R$ 6 bilhões aos cofres públicos -o valor exato só será conhecido após o fim da liqüidação dos bancos envolvidos.
Deixe um comentário