Folha de São Paulo
O ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, afirmou ontem que o resultado da pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) confirma a expectativa do governo de que o desemprego começa a cair.
“A pesquisa confirma a nossa expectativa de que o volume de empregos gerados tanto na área formal como na informal já está em um patamar suficiente para iniciar a redução da taxa de desemprego”, disse ontem o ministro por meio de sua assessoria de imprensa.
Na quarta, o Ministério do Trabalho divulgou os números sobre o comportamento do mercado de trabalho formal. Em maio, as contratações superaram as demissões em 291 mil empregos. Isso representou crescimento de 1,23% em relação a abril.
No ano, o saldo de empregos gerados é de 826 mil vagas, ou seja, aumento de 3,55% na comparação com os cinco primeiros meses de 2003.
A reação da Força Sindical, no entanto, contrastou com a visão do ministro. Em nota, a central sindical afirmou que a queda “é extremamente baixa e tímida ante a atual situação econômica e social do Brasil”.
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Por Mhais• 25 de junho de 2004• 11:57• Sem categoria
PARA MINISTRO BERZOINI, DESEMPREGO JÁ COMEÇA A CAIR
Folha de São Paulo
O ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, afirmou ontem que o resultado da pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) confirma a expectativa do governo de que o desemprego começa a cair.
“A pesquisa confirma a nossa expectativa de que o volume de empregos gerados tanto na área formal como na informal já está em um patamar suficiente para iniciar a redução da taxa de desemprego”, disse ontem o ministro por meio de sua assessoria de imprensa.
Na quarta, o Ministério do Trabalho divulgou os números sobre o comportamento do mercado de trabalho formal. Em maio, as contratações superaram as demissões em 291 mil empregos. Isso representou crescimento de 1,23% em relação a abril.
No ano, o saldo de empregos gerados é de 826 mil vagas, ou seja, aumento de 3,55% na comparação com os cinco primeiros meses de 2003.
A reação da Força Sindical, no entanto, contrastou com a visão do ministro. Em nota, a central sindical afirmou que a queda “é extremamente baixa e tímida ante a atual situação econômica e social do Brasil”.
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