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Fiesp desiste de pedir queda de juro e quer agora redução do spread bancário

A falta de perspectiva para a queda do juro básico da economia faz a indústria paulista mudar o foco e desistir, ainda que temporariamente, dos pedidos de redução das taxas no Brasil. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Horácio Lafer Piva, disse que as empresas vão lutar agora para reduzir o spread bancário (diferença entre o custo de captação dos bancos e os juros cobrados do cliente).

“A decisão do Banco Central (BC) de trabalhar com uma banda mais reduzida diminui a possibilidade de redução de taxa de juro. Dada essa dificuldade, vamos trabalhar agora pela redução do spread. Vamos trabalhar para reduzir o spread para o tomador final”, afirmou Piva, que participou nesta segunda-feira de um evento na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Diante da perspectiva de aumento da taxa de juro nos Estados Unidos, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve em junho a taxa básica, a Selic, em 16% ao ano.

“A não redução do juro não decepciona, mas traz preocupação, razão pela qual a gente está mudando o foco, de redução da taxa selic para a redução do spread, de tal maneira que o consumidor se beneficie com a taxa final. Agora, é o que eu digo: nós temos tido um comportamento muito conservador nos instrumentos da política monetária”, disse.

Piva esteve lado a lado com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e ouviu um discurso otimista do representante da autoridade monetária sobre o crescimento da economia brasileira e os benefícios da atual política monetária.

“Compreendo a posição do presidente do Banco Central. A política monetária gerou resultados importantes, dentro da ótica do governo, mas tenho dito que a queda da taxa de juro já poderia ter sido iniciada. Perdemos a oportunidade de reduzir há mais tempo a taxa de juro”, afirmou.

Globo.com

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Fiesp desiste de pedir queda de juro e quer agora redução do spread bancário

A falta de perspectiva para a queda do juro básico da economia faz a indústria paulista mudar o foco e desistir, ainda que temporariamente, dos pedidos de redução das taxas no Brasil. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Horácio Lafer Piva, disse que as empresas vão lutar agora para reduzir o spread bancário (diferença entre o custo de captação dos bancos e os juros cobrados do cliente).
“A decisão do Banco Central (BC) de trabalhar com uma banda mais reduzida diminui a possibilidade de redução de taxa de juro. Dada essa dificuldade, vamos trabalhar agora pela redução do spread. Vamos trabalhar para reduzir o spread para o tomador final”, afirmou Piva, que participou nesta segunda-feira de um evento na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Diante da perspectiva de aumento da taxa de juro nos Estados Unidos, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve em junho a taxa básica, a Selic, em 16% ao ano.
“A não redução do juro não decepciona, mas traz preocupação, razão pela qual a gente está mudando o foco, de redução da taxa selic para a redução do spread, de tal maneira que o consumidor se beneficie com a taxa final. Agora, é o que eu digo: nós temos tido um comportamento muito conservador nos instrumentos da política monetária”, disse.
Piva esteve lado a lado com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e ouviu um discurso otimista do representante da autoridade monetária sobre o crescimento da economia brasileira e os benefícios da atual política monetária.
“Compreendo a posição do presidente do Banco Central. A política monetária gerou resultados importantes, dentro da ótica do governo, mas tenho dito que a queda da taxa de juro já poderia ter sido iniciada. Perdemos a oportunidade de reduzir há mais tempo a taxa de juro”, afirmou.
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