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Chuva não atrapalha Dia de Luta em Curitiba

(Curitiba) Apesar da chuva fina, cerca de 400 representantes de trabalhadores de várias categorias participaram, na manhã da última sexta, da manifestação organizada pela Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT) e Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), em adesão ao Dia Nacional de Lutas e Mobilizações por Mudança na Política Econômica.

A manifestação começou às 9 horas, com concentração na praça Santos Andrade, no centro da cidade. No local, várias lideranças falaram sobre os motivos da manifestação. “Fazer uma política econômica que vise o desenvolvimento social é uma obrigação desse governo. Para isso, é preciso uma política salarial que recomponha o poder de compra em geral e também do salário mínimo, e a redução das taxas de juros, de modo a incentivar a produção”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Marisa Stedile.

O principal mote da mobilização é a geração de empregos, que, de acordo com o presidente da CUT-PR Roni Anderson Barbosa, é o maior problema enfrentado pela sociedade atualmente. “Esse ano a economia deve crescer 3,5% ou mais, o índice de emprego também dá sinais de aumento, mas nós temos pressa. O governo precisa acelerar, implementar com maior velocidade medidas que mudem a rota da política econômica, para que haja o desenvolvimento social pretendido“, diz.

Para incrementar a economia, uma das reivindicações do movimento é a
redução da taxas de juros. “A CUT vem batalhando para democratizar o
acesso ao crédito“, diz, referindo-se ao programa da Central que
permite empréstimo bancário pelos trabalhadores, com desconto do débito em folha de pagamento. “A redução dos juros é uma briga grande, mas precisa ser feita“, alerta.

Aumento real de salários, distribuição de renda e criação de uma
política permenete de recomposição do salário mínimo são outros
pontos defendidos como forma de recompor o poder aquisitivo da
população. Nesse sentido, a CUT já orientou seus sindicatos
filiados para que não assinem acordos coletivos com índice de reajuste
salarial abaixo do índice inflacionário. A proposta de recuperação do
salário mínimo da Central prevê reajustes até 2008, de forma a atender a Constituição e atingir o valor previsto pelo Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócio-Econômicas (Dieese), hoje em torno de R$ 1,5 mil.

Também foi levada às ruas a campanha pela redução da jornada sem
reduçao salarial, lançada nacionalmente pela CUT em março deste ano.
Estudos do Dieese mostram que a redução da jornada de 44 para 40 horas
semanais gerariam 2,8 milhões de novos postos de trabalho no País. No
Paraná, seriam 130 mil novos empregos. Aliada ao fim das horas-extras e do banco de horas -outra reivindicação das entidades- seriam criados 200 mil vagas no Estado.

Fonte: Maigue Gueths, jornalista do Seeb Ctba

Por 11:12 Notícias

Chuva não atrapalha Dia de Luta em Curitiba

(Curitiba) Apesar da chuva fina, cerca de 400 representantes de trabalhadores de várias categorias participaram, na manhã da última sexta, da manifestação organizada pela Central Única dos Trabalhadores do Paraná (CUT) e Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), em adesão ao Dia Nacional de Lutas e Mobilizações por Mudança na Política Econômica.
A manifestação começou às 9 horas, com concentração na praça Santos Andrade, no centro da cidade. No local, várias lideranças falaram sobre os motivos da manifestação. “Fazer uma política econômica que vise o desenvolvimento social é uma obrigação desse governo. Para isso, é preciso uma política salarial que recomponha o poder de compra em geral e também do salário mínimo, e a redução das taxas de juros, de modo a incentivar a produção”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de Curitiba, Marisa Stedile.
O principal mote da mobilização é a geração de empregos, que, de acordo com o presidente da CUT-PR Roni Anderson Barbosa, é o maior problema enfrentado pela sociedade atualmente. “Esse ano a economia deve crescer 3,5% ou mais, o índice de emprego também dá sinais de aumento, mas nós temos pressa. O governo precisa acelerar, implementar com maior velocidade medidas que mudem a rota da política econômica, para que haja o desenvolvimento social pretendido“, diz.
Para incrementar a economia, uma das reivindicações do movimento é a
redução da taxas de juros. “A CUT vem batalhando para democratizar o
acesso ao crédito“, diz, referindo-se ao programa da Central que
permite empréstimo bancário pelos trabalhadores, com desconto do débito em folha de pagamento. “A redução dos juros é uma briga grande, mas precisa ser feita“, alerta.
Aumento real de salários, distribuição de renda e criação de uma
política permenete de recomposição do salário mínimo são outros
pontos defendidos como forma de recompor o poder aquisitivo da
população. Nesse sentido, a CUT já orientou seus sindicatos
filiados para que não assinem acordos coletivos com índice de reajuste
salarial abaixo do índice inflacionário. A proposta de recuperação do
salário mínimo da Central prevê reajustes até 2008, de forma a atender a Constituição e atingir o valor previsto pelo Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Sócio-Econômicas (Dieese), hoje em torno de R$ 1,5 mil.
Também foi levada às ruas a campanha pela redução da jornada sem
reduçao salarial, lançada nacionalmente pela CUT em março deste ano.
Estudos do Dieese mostram que a redução da jornada de 44 para 40 horas
semanais gerariam 2,8 milhões de novos postos de trabalho no País. No
Paraná, seriam 130 mil novos empregos. Aliada ao fim das horas-extras e do banco de horas -outra reivindicação das entidades- seriam criados 200 mil vagas no Estado.
Fonte: Maigue Gueths, jornalista do Seeb Ctba

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