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Bancários retomam negociações sobre campanha salarial

Os sindicatos dos bancários se reúnem novamente hoje com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para negociar a campanha salarial da categoria. Será a quarta rodada de negociação da campanha salarial dos bancários, que têm data-base em setembro.

Na reunião de hoje, segundo a CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários) da CUT será discutido a jornada de trabalho, além das cláusulas sociais e sindicais do contrato coletivo e PLR (participação nos lucros e resultados).

Os bancários de bancos públicos e privados reivindicam uma jornada semanal de 25 horas, sendo cinco horas por dia.

“Se os bancos funcionassem das 9h às 17h, seria possível ter dois turnos de trabalho para os bancários, com a contratação de 150 mil pessoas”, disse o presidente da CNB-CUT, Wagner Freitas.

Além da jornada menor, os bancários também pedem reajuste salarial de 25%, PLR equivalente a 100% do salário mais R$ 1.200, além de 14º salário e pagamento do 13º em tíquete.

O piso salarial reivindicado é o mínimo previsto pelo Dieese, ou seja, R$ 1.522,01.

FABIANA FUTEMA
Fonte:Folha Online

Por 09:28 Notícias

Bancários retomam negociações sobre campanha salarial

Os sindicatos dos bancários se reúnem novamente hoje com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) para negociar a campanha salarial da categoria. Será a quarta rodada de negociação da campanha salarial dos bancários, que têm data-base em setembro.
Na reunião de hoje, segundo a CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários) da CUT será discutido a jornada de trabalho, além das cláusulas sociais e sindicais do contrato coletivo e PLR (participação nos lucros e resultados).
Os bancários de bancos públicos e privados reivindicam uma jornada semanal de 25 horas, sendo cinco horas por dia.
“Se os bancos funcionassem das 9h às 17h, seria possível ter dois turnos de trabalho para os bancários, com a contratação de 150 mil pessoas”, disse o presidente da CNB-CUT, Wagner Freitas.
Além da jornada menor, os bancários também pedem reajuste salarial de 25%, PLR equivalente a 100% do salário mais R$ 1.200, além de 14º salário e pagamento do 13º em tíquete.
O piso salarial reivindicado é o mínimo previsto pelo Dieese, ou seja, R$ 1.522,01.
FABIANA FUTEMA
Fonte:Folha Online

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