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Centrais sindicais pedem redução da jornada para governo

As centrais sindicais pedirão mais uma vez ao governo a redução da jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Desta vez, as centrais prometem entregar amanhã para o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, um abaixo-assinado com a reivindicação.

O abaixo-assinado –que reúne mais de 100 mil assinaturas– dá apoio ao PEC (Projeto de Emenda Constitucional) de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e do deputado Inácio Arruda (PCdo B-CE), que prevê a redução da jornada de trabalho sem redução do salário. “Queremos o apoio do Berzoini para pressionarmos o Congresso Nacional a agilizar o debate”, disse a secretária de Política Sindical da CUT, Rosane da Silva.

Com base em estudos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos), as centrais informam que a redução da jornada com a manutenção de salários pode gerar mais de 2,8 milhões de novos postos de trabalho.

O movimento pela redução da jornada é encabeçado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores), CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Força Sindical e SDS (Social Democracia Sindical).

Fonte: Folha Online

Por 09:24 Notícias

Centrais sindicais pedem redução da jornada para governo

As centrais sindicais pedirão mais uma vez ao governo a redução da jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Desta vez, as centrais prometem entregar amanhã para o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, um abaixo-assinado com a reivindicação.
O abaixo-assinado –que reúne mais de 100 mil assinaturas– dá apoio ao PEC (Projeto de Emenda Constitucional) de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) e do deputado Inácio Arruda (PCdo B-CE), que prevê a redução da jornada de trabalho sem redução do salário. “Queremos o apoio do Berzoini para pressionarmos o Congresso Nacional a agilizar o debate”, disse a secretária de Política Sindical da CUT, Rosane da Silva.
Com base em estudos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos), as centrais informam que a redução da jornada com a manutenção de salários pode gerar mais de 2,8 milhões de novos postos de trabalho.
O movimento pela redução da jornada é encabeçado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores), CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil), Força Sindical e SDS (Social Democracia Sindical).
Fonte: Folha Online

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