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Centrais sindicais entregam pauta a Berzoini

Documento traz 100 mil assinaturas pela redução da jornada

Brasília – As centrais sindicais entregaram ontem ao ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, um abaixo-assinado com mais de cem mil assinaturas pela redução da jornada de trabalho, sem redução do salário. A proposta é proibir as horas extras no Brasil e reduzir a jornada de 44 horas para, no máximo, 40 horas semanais.

Ademir Figueiredo, coordenador técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), explica que a mudança geraria 2,8 milhões de novos postos de trabalho em todo país.

Segundo Jaci Afonso, representante da CUT, o ministro Berzoini apóia a idéia e irá estudar as propostas. “Uma das formas de viabilizá-la também para o empresariado (que teria maior gasto com novas contratações do que com o pagamento de horas extras) seria a redução de impostos”, diz Afonso.

As centrais sindicais defendem a votação, em caráter emergencial, da proposta de emenda constitucional 393/01, do senador Paulo Paim (PT/RS) e do deputado Inácio Arruda (PcdoB/ CE). Participaram da reunião a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Dieese, a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), a Social Democracia Sindical (SDS), a Força Sindical e Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT).

Na última sexta-feira, a CUT promoveu manifestação nas principais cidades brasileiras. A principal bandeira foi a redução de jornada.

Somente no Paraná, a CUT diz que a redução de 4 horas na jornada semanal, seria capaz de gerar 200 mil empregos, o equivalente, segundo o órgão, ao total de desempregados em Curitiba e Região Metropolitana.

Para a Central Única dos Trabalhadores, a medida geraria renda, aquecendo o mercado e trazendo benefícios para os próprios empresários.

A entidade e o Dieese também argumentam que impacto sobre as despesas dos empresários não seria tão grande.

Para o ecnomista Cid Coordeiro, coordenador do Dieese no Paraná, a medida traria um custo de 2% no produto final.

Fonte: Gazeta do Povo

Por 10:10 Notícias

Centrais sindicais entregam pauta a Berzoini

Documento traz 100 mil assinaturas pela redução da jornada
Brasília – As centrais sindicais entregaram ontem ao ministro do Trabalho e Emprego, Ricardo Berzoini, um abaixo-assinado com mais de cem mil assinaturas pela redução da jornada de trabalho, sem redução do salário. A proposta é proibir as horas extras no Brasil e reduzir a jornada de 44 horas para, no máximo, 40 horas semanais.
Ademir Figueiredo, coordenador técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), explica que a mudança geraria 2,8 milhões de novos postos de trabalho em todo país.
Segundo Jaci Afonso, representante da CUT, o ministro Berzoini apóia a idéia e irá estudar as propostas. “Uma das formas de viabilizá-la também para o empresariado (que teria maior gasto com novas contratações do que com o pagamento de horas extras) seria a redução de impostos”, diz Afonso.
As centrais sindicais defendem a votação, em caráter emergencial, da proposta de emenda constitucional 393/01, do senador Paulo Paim (PT/RS) e do deputado Inácio Arruda (PcdoB/ CE). Participaram da reunião a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o Dieese, a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), a Social Democracia Sindical (SDS), a Força Sindical e Central Autônoma dos Trabalhadores (CAT).
Na última sexta-feira, a CUT promoveu manifestação nas principais cidades brasileiras. A principal bandeira foi a redução de jornada.
Somente no Paraná, a CUT diz que a redução de 4 horas na jornada semanal, seria capaz de gerar 200 mil empregos, o equivalente, segundo o órgão, ao total de desempregados em Curitiba e Região Metropolitana.
Para a Central Única dos Trabalhadores, a medida geraria renda, aquecendo o mercado e trazendo benefícios para os próprios empresários.
A entidade e o Dieese também argumentam que impacto sobre as despesas dos empresários não seria tão grande.
Para o ecnomista Cid Coordeiro, coordenador do Dieese no Paraná, a medida traria um custo de 2% no produto final.
Fonte: Gazeta do Povo

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