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Berzoini quer desemprego abaixo de 10%

Para ministro do Trabalho, juros e carga tributária estariam impedindo um índice maior de emprego no país

Curitiba – Os níveis nacionais de desemprego devem fechar o ano com apenas um dígito nos levantamentos feitos pelos órgãos estatísticos do país. Essa foi a conclusão do ministro do trabalho, Ricardo Berzoini, ontem ao falar para os empresários que participam do Congresso Brasileiro da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, que se realiza em Curitiba. “Vamos chegar até o fim do ano com o desemprego abaixo de 10%”, comentou.

O ministro explicou que dois fatores ainda impedem a derrubada em maior escala do número de desempregados.

Eles seriam a carga tributária e os juros que estariam impedindo uma progressão maior do emprego formal no país. Berzoini explicou também que todas as mudanças nas relações trabalhistas estão sendo discutidas com os empregados e empresários e serão expostas, provavelmente, no fim do ano no Fórum Nacional do Trabalho.

O governo federal tem adotado uma política cautelosa ao tratar desse assunto, pois quer que o projeto da reforma chegue ao Congresso Nacional depois de um amplo debate e sendo resultado de um grande consenso. Segundo o ministro, isto facilitará a aprovação das novas propostas. “A reforma trabalhista é muito mais difícil que a da previdência”, observou o ministro que já atuou na pasta previdenciária.

“Tudo isto será discutido no fórum e nós pretendemos alcançar um resultado prático que permita uma mudança legislativa para desburocratizar a contratação”, observou.

Porém, deixou explícito que os direitos dos trabalhadores serão preservados, mesmo com a modernização destas relações impostas pelas futuras alterações na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Nesse processo de conversação, Berzoini quer ainda criar a “cultura da negociação” entre sindicatos e empresariado. Ou avanço seria a entrada no congresso de uma proposta de reforma sindical que acabe de vez com o imposto sindical compulsório. A conseqüência direta seria a extinção das entidades fantasmas ou sem representatividaperante às categorias. “Esse é um dinheiro espúrio, que vicia e mantém, na maioria das vezes, entidades que não são representativas”, afirmou.

Júlio Ottoboni
Fonte: Gazeta do Povo

Por 10:34 Notícias

Berzoini quer desemprego abaixo de 10%

Para ministro do Trabalho, juros e carga tributária estariam impedindo um índice maior de emprego no país
Curitiba – Os níveis nacionais de desemprego devem fechar o ano com apenas um dígito nos levantamentos feitos pelos órgãos estatísticos do país. Essa foi a conclusão do ministro do trabalho, Ricardo Berzoini, ontem ao falar para os empresários que participam do Congresso Brasileiro da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, que se realiza em Curitiba. “Vamos chegar até o fim do ano com o desemprego abaixo de 10%”, comentou.
O ministro explicou que dois fatores ainda impedem a derrubada em maior escala do número de desempregados.
Eles seriam a carga tributária e os juros que estariam impedindo uma progressão maior do emprego formal no país. Berzoini explicou também que todas as mudanças nas relações trabalhistas estão sendo discutidas com os empregados e empresários e serão expostas, provavelmente, no fim do ano no Fórum Nacional do Trabalho.
O governo federal tem adotado uma política cautelosa ao tratar desse assunto, pois quer que o projeto da reforma chegue ao Congresso Nacional depois de um amplo debate e sendo resultado de um grande consenso. Segundo o ministro, isto facilitará a aprovação das novas propostas. “A reforma trabalhista é muito mais difícil que a da previdência”, observou o ministro que já atuou na pasta previdenciária.
“Tudo isto será discutido no fórum e nós pretendemos alcançar um resultado prático que permita uma mudança legislativa para desburocratizar a contratação”, observou.
Porém, deixou explícito que os direitos dos trabalhadores serão preservados, mesmo com a modernização destas relações impostas pelas futuras alterações na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).
Nesse processo de conversação, Berzoini quer ainda criar a “cultura da negociação” entre sindicatos e empresariado. Ou avanço seria a entrada no congresso de uma proposta de reforma sindical que acabe de vez com o imposto sindical compulsório. A conseqüência direta seria a extinção das entidades fantasmas ou sem representatividaperante às categorias. “Esse é um dinheiro espúrio, que vicia e mantém, na maioria das vezes, entidades que não são representativas”, afirmou.
Júlio Ottoboni
Fonte: Gazeta do Povo

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