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Por 10:25 Notícias

Presidentes do BC e do BB ficam no cargo

Em nota oficial, governo afirma que denúncias são infundadas
Brasília (AE) – Em comunicado oficial, divulgado por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, afirmou ontem que o presidente “reitera o apoio e a confiança nos presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e do Banco do Brasil, Cássio Casseb Lima”. Na nota, Dirceu observou que ambos estão prestando relevantes serviços ao país e lamenta que “acusações infundadas que beiram o denuncismo pelos que não se conformam com a retomada do crescimento da economia, da indústria e do PIB, coloquem em risco a confiança e a credibilidade que o país alcançou”.
Dirceu diz, ainda, que o presidente determinou que todos os integrantes do governo defendam Meirelles e Casseb contra essas denúncias, que considera infundadas e que podem e devem ser investigadas.
“Todos somos inocentes até que se prove o contrário”, insistiu Dirceu em entrevista, na qual divulgou o documento. “O que não pode é o presidente do Banco Central ser colocado na posição em que está sendo colocado.”
Durante o dia cogitou-se que Lula havia convencido Meirelles a ir ao Senado prestar esclarecimentos, mas no final da tarde o Banco Central informou, através de sua assessoria de imprensa, que ainda não está decidida a ida do presidente do BC ao Congresso para explicar denúncias de sonegação fiscal.
Ao deixar o Ministério da Fazenda no início da noite, Meirelles evitou responder, entre outras coisas, se iria à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. “Não vou falar nada”, disse ao deixar o Ministério, onde esteve reunido com o ministro Palocci desde as 14 horas.
Mais cedo, logo após a reunião com Lula, o ministro da Justiça afirmou acreditar que, se convocado, Meirelles irá ao Congresso. “Acho que ele devia ir e irá (ao Congresso). Esse governo tem uma linha de transparência. Acredito que ele irá sem nenhuma dificuldade. As explicações são consistentes”, afirmou Bastos.
Fonte: Gazeta do Povo

Por 10:25 Sem categoria

Presidentes do BC e do BB ficam no cargo

Em nota oficial, governo afirma que denúncias são infundadas

Brasília (AE) – Em comunicado oficial, divulgado por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, afirmou ontem que o presidente “reitera o apoio e a confiança nos presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e do Banco do Brasil, Cássio Casseb Lima”. Na nota, Dirceu observou que ambos estão prestando relevantes serviços ao país e lamenta que “acusações infundadas que beiram o denuncismo pelos que não se conformam com a retomada do crescimento da economia, da indústria e do PIB, coloquem em risco a confiança e a credibilidade que o país alcançou”.

Dirceu diz, ainda, que o presidente determinou que todos os integrantes do governo defendam Meirelles e Casseb contra essas denúncias, que considera infundadas e que podem e devem ser investigadas.

“Todos somos inocentes até que se prove o contrário”, insistiu Dirceu em entrevista, na qual divulgou o documento. “O que não pode é o presidente do Banco Central ser colocado na posição em que está sendo colocado.”

Durante o dia cogitou-se que Lula havia convencido Meirelles a ir ao Senado prestar esclarecimentos, mas no final da tarde o Banco Central informou, através de sua assessoria de imprensa, que ainda não está decidida a ida do presidente do BC ao Congresso para explicar denúncias de sonegação fiscal.

Ao deixar o Ministério da Fazenda no início da noite, Meirelles evitou responder, entre outras coisas, se iria à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. “Não vou falar nada”, disse ao deixar o Ministério, onde esteve reunido com o ministro Palocci desde as 14 horas.

Mais cedo, logo após a reunião com Lula, o ministro da Justiça afirmou acreditar que, se convocado, Meirelles irá ao Congresso. “Acho que ele devia ir e irá (ao Congresso). Esse governo tem uma linha de transparência. Acredito que ele irá sem nenhuma dificuldade. As explicações são consistentes”, afirmou Bastos.

Fonte: Gazeta do Povo

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