(São Paulo) Correntistas sentem no bolso como pode ser difícil manter uma conta corrente em um banco. Tudo é cobrado: de saques consecutivos com cartão eletrônico, talão de cheques extras ou um simples extrato a mais. Segundo uma pesquisa com base nos dados do próprio Banco Central, as tarifas, que muitas vezes passam despercebidas pelos clientes, variam entre 14, 97% e 1.220%, de acordo com reportagem publicada no Diário de S. Paulo.
Essas tarifas já cobrem, ou até mesmo ultrapassam, a folha de salário das instituições financeiras. Entre os mais de 180 bancos pesquisados, foi constatado que serviços simples, como o extrato em terminal eletrônico, sai por R$ 1,67 em média, mas pode custar 63,04% a mais nos bancos estaduais, que cobram a tarifa mais elevada: R$ 2,25.
Os saques em caixas eletrônicos custam R$ 5,46 para os clientes de bancos nacionais privados, enquanto os correntistas de bancos federais desembolsam bem menos: R$ 1,93. Bancos estaduais cobram em média R$ 1,65 por um depósito feito em uma agência diferente daquela que abriga a conta do correntista. Clientes de bancos federais pagam até R$ 16,50 pelo mesmo serviço, uma diferença de 1.220%.
Operações complexas, além de tarifas altas apresentam também as maiores variações. Para renegociar uma dívida no banco, por exemplo, o cliente paga uma taxa média de R$ 162,08, variando até 367,8%.
O consumidor deve pesquisar antes de escolher o banco onde vai abrir a conta e optar por utilizar a internet, onde o extrato não é cobrado. Alguns serviços, como o envio mensal de extrato, o primeiro cartão de débito e o talão de cheque mensal com 20 folhas, não podem ser tarifados por determinação do Banco Central.
Fonte: AOL Notícias
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Por Mhais• 11 de agosto de 2004• 13:48• Sem categoria
Tarifas bancárias podem variar até 1.220%
(São Paulo) Correntistas sentem no bolso como pode ser difícil manter uma conta corrente em um banco. Tudo é cobrado: de saques consecutivos com cartão eletrônico, talão de cheques extras ou um simples extrato a mais. Segundo uma pesquisa com base nos dados do próprio Banco Central, as tarifas, que muitas vezes passam despercebidas pelos clientes, variam entre 14, 97% e 1.220%, de acordo com reportagem publicada no Diário de S. Paulo.
Essas tarifas já cobrem, ou até mesmo ultrapassam, a folha de salário das instituições financeiras. Entre os mais de 180 bancos pesquisados, foi constatado que serviços simples, como o extrato em terminal eletrônico, sai por R$ 1,67 em média, mas pode custar 63,04% a mais nos bancos estaduais, que cobram a tarifa mais elevada: R$ 2,25.
Os saques em caixas eletrônicos custam R$ 5,46 para os clientes de bancos nacionais privados, enquanto os correntistas de bancos federais desembolsam bem menos: R$ 1,93. Bancos estaduais cobram em média R$ 1,65 por um depósito feito em uma agência diferente daquela que abriga a conta do correntista. Clientes de bancos federais pagam até R$ 16,50 pelo mesmo serviço, uma diferença de 1.220%.
Operações complexas, além de tarifas altas apresentam também as maiores variações. Para renegociar uma dívida no banco, por exemplo, o cliente paga uma taxa média de R$ 162,08, variando até 367,8%.
O consumidor deve pesquisar antes de escolher o banco onde vai abrir a conta e optar por utilizar a internet, onde o extrato não é cobrado. Alguns serviços, como o envio mensal de extrato, o primeiro cartão de débito e o talão de cheque mensal com 20 folhas, não podem ser tarifados por determinação do Banco Central.
Fonte: AOL Notícias
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