Os servidores do Banco Central (BC) decidiram ontem à tarde que a greve iniciada na segunda-feira, com adesão de cerca de 90% dos 4,6 mil funcionários, continua. Os trabalhadores de Brasília e das subsedes, à exceção da de Fortaleza, rejeitaram a proposta do governo de conceder um reajuste médio de 22% dividido em três vezes, com a última parcela sendo incorporada ao salário em junho de 2005. Os funcionários da instituição aceitam o parcelamento, mas exigem um prazo menor. Representantes do governo e sindicalistas se reunirão hoje às 10 horas para tentar encontrar uma solução para o impasse.
O presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Sérgio Belsito, disse que os servidores só aceitariam o parcelamento até, no máximo, o primeiro trimestre de 2005. ‘‘Era sabido que a proposta do governo seria rejeitada. A categoria está unida em torno do prazo do pagamento, que tem de ser o menor possível’’, avaliou.
Belsito disse que os departamentos de dívida externa e relações internacionais, de operações bancárias e sistema de pagamentos, de operações de mercado aberto e de operações de reservas internacionais (bancos estrangeiros ligaram ontem para saber se o BC tem condições de liquidar os contratos em aberto) estavam totalmente paralisados. ‘‘O pessoal dessas áreas se comprometeu a continuar parado’’, garantiu. O Correio procurou o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para comentar a continuidade da greve, mas não obteve retorno.
Fonte: Correio Braziliense
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Por Mhais• 12 de agosto de 2004• 12:48• Sem categoria
Sem acordo, funcionário do Banco Central mantém greve
Os servidores do Banco Central (BC) decidiram ontem à tarde que a greve iniciada na segunda-feira, com adesão de cerca de 90% dos 4,6 mil funcionários, continua. Os trabalhadores de Brasília e das subsedes, à exceção da de Fortaleza, rejeitaram a proposta do governo de conceder um reajuste médio de 22% dividido em três vezes, com a última parcela sendo incorporada ao salário em junho de 2005. Os funcionários da instituição aceitam o parcelamento, mas exigem um prazo menor. Representantes do governo e sindicalistas se reunirão hoje às 10 horas para tentar encontrar uma solução para o impasse.
O presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), Sérgio Belsito, disse que os servidores só aceitariam o parcelamento até, no máximo, o primeiro trimestre de 2005. ‘‘Era sabido que a proposta do governo seria rejeitada. A categoria está unida em torno do prazo do pagamento, que tem de ser o menor possível’’, avaliou.
Belsito disse que os departamentos de dívida externa e relações internacionais, de operações bancárias e sistema de pagamentos, de operações de mercado aberto e de operações de reservas internacionais (bancos estrangeiros ligaram ontem para saber se o BC tem condições de liquidar os contratos em aberto) estavam totalmente paralisados. ‘‘O pessoal dessas áreas se comprometeu a continuar parado’’, garantiu. O Correio procurou o secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, para comentar a continuidade da greve, mas não obteve retorno.
Fonte: Correio Braziliense
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