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Itaú segue concorrentes e recupera espaço

(São Paulo) O crescimento do crédito para as micro, pequenas e médias empresas foi o principal destaque dos balanços dos grandes bancos de varejo no primeiro semestre, depois do financiamento ao consumo. O líder do mercado é o Bradesco, com uma carteira de R$ 16,3 bilhões em junho, superior até mesmo aos R$ 15,3 bilhões do Banco do Brasil (BB). Mas, o banco que mais cresceu neste segmento foi o Itaú, com uma expansão de 30,4% no ano e de 60% sobre junho de 2003, que levou sua carteira a fechar o semestre em R$ 9,2 bilhões. A carteira total de crédito do banco cresceu 9,3% em um ano, de R$ 44,6 bilhões em junho de 2003 para R$ 48,7 bilhões em junho passado.

” O Itaú estava meio atrasado nesse segmento em relação aos demais bancos e resolveu recuperar o terreno ” , disse o presidente da instituição, Roberto Setubal, que espera que a carteira cresça mais 15% ao longo do segundo semestre, superando os R$ 10 bilhões e acumulando 50% no ano. A expectativa do banco para a carteira total de crédito foi recentemente revista para 25% em comparação com os 18% a 20% anteriores.

O crédito de pequenas e médias empresas atrai não só porque oferece o maior retorno depois do obtido nas linhas para pessoas físicas como também porque envolve volumes altos.

” O spread é maior porque o risco também é maior ” , explicou Setubal, acrescentando que as empresas pequenas e médias ” reagem rapidamente à melhora do nível de atividade e demandam bastante crédito porque são pouco capitalizadas ” . As linhas mais demandas são capital de giro e leasing de máquinas e equipamentos.

Ao contrário de outros bancos que cresceram na área com aquisições, o Itaú teve que construir seu próprio caminho, com a criação de plataformas especiais. O histórico recente de compras do Itaú inclui bancos públicos que agregaram mercado na área de pessoa física e o BBA, especializado em grandes empresas.

O líder do mercado nessa área é o Bradesco, com uma carteira de R$ 16,3 bilhões em junho, que cresceu 5,2% em comparação com junho do ano passado, enquanto a carteira total registrava uma expansão de 10,09%.

Já no Unibanco, o crédito para pequenas e médias empresas teve uma expansão de 18,9% para R$ 5,1 bilhões em comparação com junho de 2003, superior à taxa de 14,7% verificada na carteira total de crédito do banco.

As pequenas empresas também influíram nos resultados do ABN AMRO Real. O banco informou que esses negócios impulsionaram o aumento de 45% da carteira de crédito de varejo no primeiro semestre deste ano em comparação com o primeiro de 2003.

Fonte: Valor Econômico / Maria Christina Carvalho

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Itaú segue concorrentes e recupera espaço

(São Paulo) O crescimento do crédito para as micro, pequenas e médias empresas foi o principal destaque dos balanços dos grandes bancos de varejo no primeiro semestre, depois do financiamento ao consumo. O líder do mercado é o Bradesco, com uma carteira de R$ 16,3 bilhões em junho, superior até mesmo aos R$ 15,3 bilhões do Banco do Brasil (BB). Mas, o banco que mais cresceu neste segmento foi o Itaú, com uma expansão de 30,4% no ano e de 60% sobre junho de 2003, que levou sua carteira a fechar o semestre em R$ 9,2 bilhões. A carteira total de crédito do banco cresceu 9,3% em um ano, de R$ 44,6 bilhões em junho de 2003 para R$ 48,7 bilhões em junho passado.
” O Itaú estava meio atrasado nesse segmento em relação aos demais bancos e resolveu recuperar o terreno ” , disse o presidente da instituição, Roberto Setubal, que espera que a carteira cresça mais 15% ao longo do segundo semestre, superando os R$ 10 bilhões e acumulando 50% no ano. A expectativa do banco para a carteira total de crédito foi recentemente revista para 25% em comparação com os 18% a 20% anteriores.
O crédito de pequenas e médias empresas atrai não só porque oferece o maior retorno depois do obtido nas linhas para pessoas físicas como também porque envolve volumes altos.
” O spread é maior porque o risco também é maior ” , explicou Setubal, acrescentando que as empresas pequenas e médias ” reagem rapidamente à melhora do nível de atividade e demandam bastante crédito porque são pouco capitalizadas ” . As linhas mais demandas são capital de giro e leasing de máquinas e equipamentos.
Ao contrário de outros bancos que cresceram na área com aquisições, o Itaú teve que construir seu próprio caminho, com a criação de plataformas especiais. O histórico recente de compras do Itaú inclui bancos públicos que agregaram mercado na área de pessoa física e o BBA, especializado em grandes empresas.
O líder do mercado nessa área é o Bradesco, com uma carteira de R$ 16,3 bilhões em junho, que cresceu 5,2% em comparação com junho do ano passado, enquanto a carteira total registrava uma expansão de 10,09%.
Já no Unibanco, o crédito para pequenas e médias empresas teve uma expansão de 18,9% para R$ 5,1 bilhões em comparação com junho de 2003, superior à taxa de 14,7% verificada na carteira total de crédito do banco.
As pequenas empresas também influíram nos resultados do ABN AMRO Real. O banco informou que esses negócios impulsionaram o aumento de 45% da carteira de crédito de varejo no primeiro semestre deste ano em comparação com o primeiro de 2003.
Fonte: Valor Econômico / Maria Christina Carvalho

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