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Bancos sugerem amplo acordo para ampliar o crédito

São Paulo – O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Marcio Cypriano, estuda lançar a proposta de uma grande negociação envolvendo amplos setores da sociedade, para ampliar o volume de crédito com o objetivo de aumentar a produção e o emprego. Segundo ele, um acordo deste tipo não é um pacto. “Pacto é feito para sacrifícios em um momento de crise profunda. Não é o caso”, afirma.

As empresas teriam redução de carga tributária e de pagamento de encargos trabalhistas de forma transitória, desde que os empréstimos contraídos na rede bancária fossem dirigidos para investimentos e criação de emprego. Os bancos, por sua vez, aplicariam os recursos, que poderiam ser liberados do compulsório, a taxas mais baixas, pelo corte de alguns tributos que incidem sobre a intermediação financeira.

O executivo destaca que o custo do dinheiro “melhorou depois que o câmbio ficou livre, mas os encargos trabalhistas são mais altos, a carga tributária é mais elevada, o compulsório sobre o dinheiro em circulação é superior, os custos de transporte pelas deficiências de infra-estrutura são maiores, o juro básico da economia é alto, assim como o juro real”.

A melhor forma de reverter este quadro, de acordo com ele, é mexer na estrutura de custos gerais da economia. “Mas também não dá para imaginar uma redução agressiva e unilateral dos juros dos bancos e das financeiras. Isso poderia desequilibrar o funcionamento da economia”, afirmou.

Fonte: Gazeta do Povo
Milton F.da Rocha Filho

Por 10:30 Notícias

Bancos sugerem amplo acordo para ampliar o crédito

São Paulo – O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Marcio Cypriano, estuda lançar a proposta de uma grande negociação envolvendo amplos setores da sociedade, para ampliar o volume de crédito com o objetivo de aumentar a produção e o emprego. Segundo ele, um acordo deste tipo não é um pacto. “Pacto é feito para sacrifícios em um momento de crise profunda. Não é o caso”, afirma.
As empresas teriam redução de carga tributária e de pagamento de encargos trabalhistas de forma transitória, desde que os empréstimos contraídos na rede bancária fossem dirigidos para investimentos e criação de emprego. Os bancos, por sua vez, aplicariam os recursos, que poderiam ser liberados do compulsório, a taxas mais baixas, pelo corte de alguns tributos que incidem sobre a intermediação financeira.
O executivo destaca que o custo do dinheiro “melhorou depois que o câmbio ficou livre, mas os encargos trabalhistas são mais altos, a carga tributária é mais elevada, o compulsório sobre o dinheiro em circulação é superior, os custos de transporte pelas deficiências de infra-estrutura são maiores, o juro básico da economia é alto, assim como o juro real”.
A melhor forma de reverter este quadro, de acordo com ele, é mexer na estrutura de custos gerais da economia. “Mas também não dá para imaginar uma redução agressiva e unilateral dos juros dos bancos e das financeiras. Isso poderia desequilibrar o funcionamento da economia”, afirmou.
Fonte: Gazeta do Povo
Milton F.da Rocha Filho

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