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Caixa mantém pé no freio

(São Paulo) Enquanto se propaga o diálogo e divulga-se que ele norteia a relação da Caixa com seus empregados, após uma negociação como a acontecida na tarde de ontem, a palavra enrolação continua sendo a que melhor define a postura da empresa quanto às reivindicações de seus empregados nesta Campanha Salarial.

Nesta segunda, a Caixa mais uma vez recusou-se a assumir compromisso de pagamento da PLR nos moldes da Fenaban, diferentemente do que fez o Banco do Brasil, mantendo silêncio em relação aos muitos pontos importantes para os empregados.

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) tem feito questão de pontuar, para os representantes da empresa, todos os temas que preocupam e sensibilizam os seus trabalhadores. Sabe que são necessários avanços em vários aspectos, mas o resumo destes três meses não aponta para uma resolução da Campanha Salarial. A empresa não tem demonstrado nenhum interesse.

“Insistimos que as negociações são fundamentais para a concretização de um acordo, mas o esforço da Executiva dos Empregados tem como resposta palavras vazias e provocações sem sentido”, comenta Plínio Pavão, coordenador da CEE/Caixa.

Diante desse quadro, a Executiva dos Empregados reafirma a importância da mobilização para a conquista de um bom acordo, conclamando cada bancário da Caixa a participar das atividades convocadas por seu sindicato.

Não há definição de data para nova rodada de negociação.

Plenária – A Plenária de definição dos rumos da Campanha Salarial, que acontece nesta terça-feira no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, contará com a presença massiva de dirigentes sindicais bancários da Caixa. “A plenária definirá os próximos passos da Campanha Salarial Bancária. Todos os bancários, das redes pública e privada, devem estar prontos para a luta. A unidade da categoria dirá quanto podemos avançar em nossas reivindicações.”, diz Plínio.

CNB/CUT

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Caixa mantém pé no freio

(São Paulo) Enquanto se propaga o diálogo e divulga-se que ele norteia a relação da Caixa com seus empregados, após uma negociação como a acontecida na tarde de ontem, a palavra enrolação continua sendo a que melhor define a postura da empresa quanto às reivindicações de seus empregados nesta Campanha Salarial.
Nesta segunda, a Caixa mais uma vez recusou-se a assumir compromisso de pagamento da PLR nos moldes da Fenaban, diferentemente do que fez o Banco do Brasil, mantendo silêncio em relação aos muitos pontos importantes para os empregados.
A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) tem feito questão de pontuar, para os representantes da empresa, todos os temas que preocupam e sensibilizam os seus trabalhadores. Sabe que são necessários avanços em vários aspectos, mas o resumo destes três meses não aponta para uma resolução da Campanha Salarial. A empresa não tem demonstrado nenhum interesse.
“Insistimos que as negociações são fundamentais para a concretização de um acordo, mas o esforço da Executiva dos Empregados tem como resposta palavras vazias e provocações sem sentido”, comenta Plínio Pavão, coordenador da CEE/Caixa.
Diante desse quadro, a Executiva dos Empregados reafirma a importância da mobilização para a conquista de um bom acordo, conclamando cada bancário da Caixa a participar das atividades convocadas por seu sindicato.
Não há definição de data para nova rodada de negociação.
Plenária – A Plenária de definição dos rumos da Campanha Salarial, que acontece nesta terça-feira no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, contará com a presença massiva de dirigentes sindicais bancários da Caixa. “A plenária definirá os próximos passos da Campanha Salarial Bancária. Todos os bancários, das redes pública e privada, devem estar prontos para a luta. A unidade da categoria dirá quanto podemos avançar em nossas reivindicações.”, diz Plínio.
CNB/CUT

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