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CEF retoma financiamento direto para as construtoras

Expectativa é de que sejam financiadas 8 mil novas unidades

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem uma nova linha de apoio à produção imobiliária. Os recursos são provenientes do Fundo de Garantida do Tempo de Serviço (FGTS) e o orçamento chega a R$ 360 milhões. As construtoras já podem apresentar os seus projetos nas agências da Caixa Econômica a partir do dia 1.º de outubro.

A expectativa do presidente de Caixa, Jorge Mattoso, é de que sejam financiadas 8 mil novas unidades com esses recursos. Ele afirmou que 1.100 empresas são potenciais financiadas pelo novo programa. A nova linha poderá permitir o financiamento direto ao construtor de até 100% do custo da obra, desde que tenham sido vendidas previamente 30% das unidades.

O prazo de pagamento para as construtoras será de 60 meses, com carência de 24 meses e amortização de até 36 meses. Os juros serão de 10,16% ao ano. De acordo com Mattoso, as construtoras terão de vender as unidades financiadas pelo programa a um público que tem recursos do FGTS, com uma renda familiar de até R$ 4.500. Nesse caso, o comprador final pagará juros que variam de acordo com a sua renda e com taxas de 6% a 10,16% ao ano e prazo de pagamento de 240 meses.

O presidente da Caixa explicou que o banco estuda mecanismos para reduzir os encargos do financiamento durante a fase de construção, já que a maior parte das pessoas acumula o pagamento das prestações com o aluguel do imóvel em que ainda reside. Hoje, os encargos durante a construção chegam a representar 5% do valor do imóvel. Pelo novo programa, durante a construção, o comprador final pagará apenas os juros, mais a Taxa Referencial.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Paraná (Sinduscon/PR), Ramon Dória, afirmou ontem que a nova linha de financiamento à produção imobiliária é um indicativo da retomada do setor, que há muitos anos vem encolhendo por falta de recursos.

Embora considere insuficiente os recursos de R$ 360 milhões destinados à esta linha de financiamento, diante da demanda reprimida, Dória acredita que este dinheiro servirá para dar um novo ânimo às construtores e, inclusive, poderá incentivar os bancos privados a seguirem a linha da Caixa.

O presidente do Sinduscon/PR fez elogios à nova linha que permitirá o financiamento direto ao construtor de até 100% do custo da obra, desde que tenham sido vendidas previamente 30% das unidades. Na sua opinião, esta novidade beneficiará às construtoras, que até então não dispunham de qualquer recurso, a não ser próprios, para financiar as grandes obras.

“A falta de financiamento à produção gerou o quadro de desolação que se verifica hoje em Curitiba, com a predominância de pequenas obras. Há muitos anos que grandes empreendimentos não são vistos na capital pela escassez de dinheiro, mas que poderão voltar a acontecer com a liberação dos recursos do Fundo de Garantia”, conclui Ramon Dória.

Fonte: Gazeta do Povo – Miriam Gasparin e agências

Por 09:24 Notícias

CEF retoma financiamento direto para as construtoras

Expectativa é de que sejam financiadas 8 mil novas unidades
A Caixa Econômica Federal anunciou ontem uma nova linha de apoio à produção imobiliária. Os recursos são provenientes do Fundo de Garantida do Tempo de Serviço (FGTS) e o orçamento chega a R$ 360 milhões. As construtoras já podem apresentar os seus projetos nas agências da Caixa Econômica a partir do dia 1.º de outubro.
A expectativa do presidente de Caixa, Jorge Mattoso, é de que sejam financiadas 8 mil novas unidades com esses recursos. Ele afirmou que 1.100 empresas são potenciais financiadas pelo novo programa. A nova linha poderá permitir o financiamento direto ao construtor de até 100% do custo da obra, desde que tenham sido vendidas previamente 30% das unidades.
O prazo de pagamento para as construtoras será de 60 meses, com carência de 24 meses e amortização de até 36 meses. Os juros serão de 10,16% ao ano. De acordo com Mattoso, as construtoras terão de vender as unidades financiadas pelo programa a um público que tem recursos do FGTS, com uma renda familiar de até R$ 4.500. Nesse caso, o comprador final pagará juros que variam de acordo com a sua renda e com taxas de 6% a 10,16% ao ano e prazo de pagamento de 240 meses.
O presidente da Caixa explicou que o banco estuda mecanismos para reduzir os encargos do financiamento durante a fase de construção, já que a maior parte das pessoas acumula o pagamento das prestações com o aluguel do imóvel em que ainda reside. Hoje, os encargos durante a construção chegam a representar 5% do valor do imóvel. Pelo novo programa, durante a construção, o comprador final pagará apenas os juros, mais a Taxa Referencial.
O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Paraná (Sinduscon/PR), Ramon Dória, afirmou ontem que a nova linha de financiamento à produção imobiliária é um indicativo da retomada do setor, que há muitos anos vem encolhendo por falta de recursos.
Embora considere insuficiente os recursos de R$ 360 milhões destinados à esta linha de financiamento, diante da demanda reprimida, Dória acredita que este dinheiro servirá para dar um novo ânimo às construtores e, inclusive, poderá incentivar os bancos privados a seguirem a linha da Caixa.
O presidente do Sinduscon/PR fez elogios à nova linha que permitirá o financiamento direto ao construtor de até 100% do custo da obra, desde que tenham sido vendidas previamente 30% das unidades. Na sua opinião, esta novidade beneficiará às construtoras, que até então não dispunham de qualquer recurso, a não ser próprios, para financiar as grandes obras.
“A falta de financiamento à produção gerou o quadro de desolação que se verifica hoje em Curitiba, com a predominância de pequenas obras. Há muitos anos que grandes empreendimentos não são vistos na capital pela escassez de dinheiro, mas que poderão voltar a acontecer com a liberação dos recursos do Fundo de Garantia”, conclui Ramon Dória.
Fonte: Gazeta do Povo – Miriam Gasparin e agências

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