(Brasília) O Diretor da CUT, Francisvaldo Mendes de Souza, e a Secretária de Política Sindical, Rosane da Silva, entregarão amanhã, às 10 horas, em Brasília, ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), localizado na Praça dos Tribunais Superiores, Bloco “D”, e às 11 horas, ao Ministério Público Federal (MPF), localizado no Setor de Autarquias, documento com ações para conter a perseguição a dirigentes sindicais. O tema foi debatido nos dias 1 e 2 de setembro, pelos dirigente estaduais da Central e das Confederações dos Ramos, Federações Nacionais, Sindicatos e Membros da Executiva Nacional da CUT. O encontro objetivou a busca de ações permanentes em defesa do livre exercício da atividade sindical, consolidando iniciativas pelos sindicatos e estruturas da CUT através de uma estratégia nacional unificada.
O documento elaborado pede anistia com reintegração aos perseguidos políticos. Além disso, ressalta a importância da organização sindical dentro da sociedade. Segundo o Diretor Executivo da CUT, Francisvaldo Mendes de Souza, o tema é fundamental para um país que tem como escolha a democracia.
De acordo com pesquisa realizada pela secretaria de Política Sindical da CUT, diagnóstico da CNM/CUT e relatórios dos Fóruns Estaduais em Defesa dos Demitidos e Perseguidos Políticos da Bahia e do Rio de Janeiro, na última década, o quadro de perseguições a dirigentes sindicais se agravou em todo país e em todos ramos de atividade econômica. Além disso, o estudo mostrou que a maioria das demissões acontece sem motivo justificável.
A questão faz parte do Plano de Lutas aprovados no 8º CONCUT, no contexto da reforma sindical deve dar força à mobilização em torno da defesa da liberdade do direito sindical no Brasil.
Fonte: CUT
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