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Brasil vive ciclo de crescimento mais acentuado desde Plano Real

Rio de Janeiro – O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Marcos Lisboa, disse hoje que o Brasil está vivendo o ciclo de crescimento mais acentuado desde o início do Plano Real. “O crescimento continua sendo observado ao longo deste terceiro trimestre.”

Ele acrescenta que indicadores têm mostrado este crescimento, como pedágio de veículos pesados e dados das indústrias de papelão ondulado e de automóveis. Ele informa ainda que “o crescimento está se espalhando pelos diversos setores da indústria”.

Lisboa destacou que a economia está menos vulnerável. “Tivemos agora um pequeno choque externo e nossa economia passou muito bem.” Em palestra à Câmara de Comércio Americana, Lisboa lembrou que havia um ceticismo muito grande sobre a sustentabilidade das contas externas com o dólar abaixo da faixa de R$ 3,3 a R$ 3,5.

Desafios
Lisboa disse que agora o governo tem trabalhado para reduzir as taxas de juros, fortalecer o ambiente de negócios e dar proteção social efetiva. De acordo com ele, o crescimento de longo prazo requer mão-de-obra mais educada e mais saudável. “Poucos indicadores são tão relacionados ao crescimento de longo prazo na economia como os de saúde e de educação”, disse, citando países como Japão e Coréia.

Adriana Chiarini

Por 10:41 Notícias

Brasil vive ciclo de crescimento mais acentuado desde Plano Real

Rio de Janeiro – O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Marcos Lisboa, disse hoje que o Brasil está vivendo o ciclo de crescimento mais acentuado desde o início do Plano Real. “O crescimento continua sendo observado ao longo deste terceiro trimestre.”
Ele acrescenta que indicadores têm mostrado este crescimento, como pedágio de veículos pesados e dados das indústrias de papelão ondulado e de automóveis. Ele informa ainda que “o crescimento está se espalhando pelos diversos setores da indústria”.
Lisboa destacou que a economia está menos vulnerável. “Tivemos agora um pequeno choque externo e nossa economia passou muito bem.” Em palestra à Câmara de Comércio Americana, Lisboa lembrou que havia um ceticismo muito grande sobre a sustentabilidade das contas externas com o dólar abaixo da faixa de R$ 3,3 a R$ 3,5.
Desafios
Lisboa disse que agora o governo tem trabalhado para reduzir as taxas de juros, fortalecer o ambiente de negócios e dar proteção social efetiva. De acordo com ele, o crescimento de longo prazo requer mão-de-obra mais educada e mais saudável. “Poucos indicadores são tão relacionados ao crescimento de longo prazo na economia como os de saúde e de educação”, disse, citando países como Japão e Coréia.
Adriana Chiarini

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