(São Paulo) De cada 100 trabalhadores no mundo, apenas oito vivem em países que possuem condições favoráveis de segurança econômica. Este dado é resultado do novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “Economic Security for a Better World” (Segurança Econômica para um Mundo Melhor).
O estudo ressalta que a segurança econômica básica, junto com a democracia e o investimento do governo na segurança social, beneficiam o crescimento e asseguram a estabilidade social.
O Brasil está na 39ª posição no ranking dos países que oferecem segurança econômica. Faz parte das nações que têm políticas e instituições aparentemente boas, mas resultados menos significativos. No quesito segurança de salários, é o 41º. Está na 37ª posição em mercado de trabalho e proteção contra demissões. É 36º em satisfação e estabilidade do trabalho. Em proteção contra acidentes de trabalho está em 34ª. No sistema de representação sindical, fica na 40ª posição. Cai para 70ª quando o quesito é a utilização de competências.
O relatório da OIT se baseia em pesquisas com mais de 48 mil trabalhadores e 10 mil empresas em todo o mundo, assim como um banco de dados de segurança social global e estatísticas nacionais.
A segurança econômica é medida com base em sete formas de segurança relacionadas ao trabalho: oportunidade de emprego, proteção contra demissões injustas, evolução na carreira, medidas de proteção da saúde no trabalho, treinamento, salário mínimo e representação sindical. Mais de 90 países, representando mais de 85% da população mundial, foram classificados em relação a esses critérios.
Fonte: OIT e extraído do sítio www.cnbcut.com.br.
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Por Mhais• 13 de setembro de 2004• 16:43• Sem categoria
OIT revela que trabalhadores vivem em insegurança econômica
(São Paulo) De cada 100 trabalhadores no mundo, apenas oito vivem em países que possuem condições favoráveis de segurança econômica. Este dado é resultado do novo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “Economic Security for a Better World” (Segurança Econômica para um Mundo Melhor).
O estudo ressalta que a segurança econômica básica, junto com a democracia e o investimento do governo na segurança social, beneficiam o crescimento e asseguram a estabilidade social.
O Brasil está na 39ª posição no ranking dos países que oferecem segurança econômica. Faz parte das nações que têm políticas e instituições aparentemente boas, mas resultados menos significativos. No quesito segurança de salários, é o 41º. Está na 37ª posição em mercado de trabalho e proteção contra demissões. É 36º em satisfação e estabilidade do trabalho. Em proteção contra acidentes de trabalho está em 34ª. No sistema de representação sindical, fica na 40ª posição. Cai para 70ª quando o quesito é a utilização de competências.
O relatório da OIT se baseia em pesquisas com mais de 48 mil trabalhadores e 10 mil empresas em todo o mundo, assim como um banco de dados de segurança social global e estatísticas nacionais.
A segurança econômica é medida com base em sete formas de segurança relacionadas ao trabalho: oportunidade de emprego, proteção contra demissões injustas, evolução na carreira, medidas de proteção da saúde no trabalho, treinamento, salário mínimo e representação sindical. Mais de 90 países, representando mais de 85% da população mundial, foram classificados em relação a esses critérios.
Fonte: OIT e extraído do sítio www.cnbcut.com.br.
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