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Assembléias de ontem deflagram greve em diversas capitais

No final da tarde e início da noite de ontem, entidades sindicais de Brasília (DF), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) realizaram assembléias deflagrando greves por tempo indeterminado em suas bases. Em outras localidades, como Alto Uruguai Catarinense (SC), Campina Grande (PB), Criciúma (SC), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES), onde também ocorreram assembléias ontem, o indicativo de greve é para o dia 21 de setembro. A greve de Belo Horizonte (MG) também está agendada para o dia 21, mas ontem os bancários da capital mineira promoveram paralisações das 10 às 11 horas em agências do ABN Real, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Unibanco. Confira abaixo o resultado das assembléias realizadas no dia de ontem em diversas capitais:
Araguari (MG): proposta foi aprovada por trabalhadores dos bancos privados. Na Caixa, a proposta da Fenaban foi rejeitada e vai ser deflagrada greve por tempo indeterminado a partir do dia 21. Não há, até o momento, mobilização no Banco do Brasil.
Brasília (DF): continuidade da greve, desta vez por tempo indeterminado. Ontem, o início do movimento foi forte no Banco do Brasil, ficando parados 85% dos 8.700 funcionários do BB. Na Caixa, o índice de paralisação atingiu 60% dos 4.800 empregados. Diversas agências de bancos privados ficaram paralisadas por todo o dia de ontem. Realiza-se hoje nova assembléia, a partir das 17 horas.
Campos dos Goitacazes (RJ): aprovou greve por tempo indeterminado a partir do dia 16.
Chapecó (SC): greve a partir de hoje. Foram realizadas paralisações ontem com o seguinte resultado: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estiveram 100% parados, inclusive agências de base. Os trabalhadores de bancos públicos aderem hoje ao movimento.
Curitiba (PR): paralisação hoje de 17 agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. No call center do BB em São José dos Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense, cruzaram os braços mais de 400 funcionários. A greve foi aprovada em assembléia, após os bancários recusarem a proposta negociada com a Fenaban. Nova assembléia está agendada para hoje, a partir das 19 horas.
Florianópolis (SC): continuidade da greve por tempo indeterminado. Ontem, quando foi deflagrada a paralisação, o movimento atingiu a quase totalidade dos bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Besc – Banco do Estado de Santa Catarina), além de cerca de 80% das agências dos bancos privados. Nova assembléia está marcada para hoje, a partir das 16h30, para avaliar o movimento.
Goiânia (GO): continuidade da greve por tempo indeterminado. O movimento abrange apenas os empregados da Caixa Econômica Federal.
Natal (RN): deflagração de greve por tempo indeterminado a partir de hoje, conforme decisão de assembléia realizada ontem. Nova assembléia ocorre no final da tarde de hoje.
Porto Alegre (RS): aprovou greve por tempo indeterminado a partir de hoje, dia 16 de setembro. A assembléia de ontem contou com a presença de cerca de 500 bancários, entre trabalhadores de bancos públicos e privados. Nova assembléia deve ocorrer hoje.
Rio de Janeiro (RJ): continuidade da greve. Por todo o dia de ontem, a adesão ao movimento chegou a 60% dos 30 mil bancários. As atividades foram concentradas no centro financeiro da capital, compreendido pelas avenidas Getúlio Vargas e Rio Branco.
Porto Velho (RO): greve de 24 horas hoje em todas as agências bancárias de Rondônia. No final do dia, nova assembléia avalia dois indicativos: continuidade da greve nesta sexta-feira, dia 17 de setembro, e greve a partir do dia 21, conforme decisão tomada anteriormente.
São Paulo (SP): continuidade da greve. Nova assembléia acontece hoje, a partir das 15 horas. Nas atividades realizadas durante todo o dia de ontem, a região do Centro Velho, inclusive a superintendência e a área de processamento de dados do Banco do Brasil, ficou totalmente paralisada. Houve paralisações ainda no centro administrativo do Unibanco e nas principais agências do Bradesco. Na capital, 184 agências de diversos bancos públicos e privados aderiram à greve, abrangendo 15 mil bancários. Na região de Osasco, houve paralisações em 20 agências e concentrações. O movimento foi deflagrado também na Zona Leste (42 unidades), na Norte (27), na Oeste (23), na Sul (13), na região da Paulista (9) e no centro (50).
A expectativa é de que, a partir desta quinta-feira, o movimento cresça e se estenda para outras regiões do país. O presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, lembra que a maioria dos bancários rejeitou a proposta da Fenaban, que prevê reajuste salarial de 8,5%, PLR de 80% do salário mais o valor de R$ 705, limitado a R$ 5.010, e correção das verbas de natureza salarial e outros benefícios, além de itens complementares negociados com as direções dos bancos públicos federais. “Para conquistarmos uma proposta melhor, temos de construir uma greve forte e coesa, pois só com muita pressão os banqueiros vão melhorar esse índice para todos os bancários”.
Vagner Freitas diz que a mobilização precisa ter unidade. Para isso, o presidente da CNB/CUT reafirma orientação de que os sindicatos antecipem para hoje as assembléias agendadas para o dia 20. E concluiu: “Os bancários devem realizar assembléias o mais rápido possível para que o movimento adquira coesão”.
Fonte: Fenae Net

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Assembléias de ontem deflagram greve em diversas capitais

No final da tarde e início da noite de ontem, entidades sindicais de Brasília (DF), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) realizaram assembléias deflagrando greves por tempo indeterminado em suas bases. Em outras localidades, como Alto Uruguai Catarinense (SC), Campina Grande (PB), Criciúma (SC), Juiz de Fora (MG) e Vitória (ES), onde também ocorreram assembléias ontem, o indicativo de greve é para o dia 21 de setembro. A greve de Belo Horizonte (MG) também está agendada para o dia 21, mas ontem os bancários da capital mineira promoveram paralisações das 10 às 11 horas em agências do ABN Real, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Unibanco. Confira abaixo o resultado das assembléias realizadas no dia de ontem em diversas capitais:

Araguari (MG): proposta foi aprovada por trabalhadores dos bancos privados. Na Caixa, a proposta da Fenaban foi rejeitada e vai ser deflagrada greve por tempo indeterminado a partir do dia 21. Não há, até o momento, mobilização no Banco do Brasil.

Brasília (DF): continuidade da greve, desta vez por tempo indeterminado. Ontem, o início do movimento foi forte no Banco do Brasil, ficando parados 85% dos 8.700 funcionários do BB. Na Caixa, o índice de paralisação atingiu 60% dos 4.800 empregados. Diversas agências de bancos privados ficaram paralisadas por todo o dia de ontem. Realiza-se hoje nova assembléia, a partir das 17 horas.

Campos dos Goitacazes (RJ): aprovou greve por tempo indeterminado a partir do dia 16.

Chapecó (SC): greve a partir de hoje. Foram realizadas paralisações ontem com o seguinte resultado: Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal estiveram 100% parados, inclusive agências de base. Os trabalhadores de bancos públicos aderem hoje ao movimento.

Curitiba (PR): paralisação hoje de 17 agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. No call center do BB em São José dos Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense, cruzaram os braços mais de 400 funcionários. A greve foi aprovada em assembléia, após os bancários recusarem a proposta negociada com a Fenaban. Nova assembléia está agendada para hoje, a partir das 19 horas.

Florianópolis (SC): continuidade da greve por tempo indeterminado. Ontem, quando foi deflagrada a paralisação, o movimento atingiu a quase totalidade dos bancos públicos (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Besc – Banco do Estado de Santa Catarina), além de cerca de 80% das agências dos bancos privados. Nova assembléia está marcada para hoje, a partir das 16h30, para avaliar o movimento.

Goiânia (GO): continuidade da greve por tempo indeterminado. O movimento abrange apenas os empregados da Caixa Econômica Federal.

Natal (RN): deflagração de greve por tempo indeterminado a partir de hoje, conforme decisão de assembléia realizada ontem. Nova assembléia ocorre no final da tarde de hoje.

Porto Alegre (RS): aprovou greve por tempo indeterminado a partir de hoje, dia 16 de setembro. A assembléia de ontem contou com a presença de cerca de 500 bancários, entre trabalhadores de bancos públicos e privados. Nova assembléia deve ocorrer hoje.

Rio de Janeiro (RJ): continuidade da greve. Por todo o dia de ontem, a adesão ao movimento chegou a 60% dos 30 mil bancários. As atividades foram concentradas no centro financeiro da capital, compreendido pelas avenidas Getúlio Vargas e Rio Branco.

Porto Velho (RO): greve de 24 horas hoje em todas as agências bancárias de Rondônia. No final do dia, nova assembléia avalia dois indicativos: continuidade da greve nesta sexta-feira, dia 17 de setembro, e greve a partir do dia 21, conforme decisão tomada anteriormente.

São Paulo (SP): continuidade da greve. Nova assembléia acontece hoje, a partir das 15 horas. Nas atividades realizadas durante todo o dia de ontem, a região do Centro Velho, inclusive a superintendência e a área de processamento de dados do Banco do Brasil, ficou totalmente paralisada. Houve paralisações ainda no centro administrativo do Unibanco e nas principais agências do Bradesco. Na capital, 184 agências de diversos bancos públicos e privados aderiram à greve, abrangendo 15 mil bancários. Na região de Osasco, houve paralisações em 20 agências e concentrações. O movimento foi deflagrado também na Zona Leste (42 unidades), na Norte (27), na Oeste (23), na Sul (13), na região da Paulista (9) e no centro (50).

A expectativa é de que, a partir desta quinta-feira, o movimento cresça e se estenda para outras regiões do país. O presidente da CNB/CUT, Vagner Freitas, lembra que a maioria dos bancários rejeitou a proposta da Fenaban, que prevê reajuste salarial de 8,5%, PLR de 80% do salário mais o valor de R$ 705, limitado a R$ 5.010, e correção das verbas de natureza salarial e outros benefícios, além de itens complementares negociados com as direções dos bancos públicos federais. “Para conquistarmos uma proposta melhor, temos de construir uma greve forte e coesa, pois só com muita pressão os banqueiros vão melhorar esse índice para todos os bancários”.

Vagner Freitas diz que a mobilização precisa ter unidade. Para isso, o presidente da CNB/CUT reafirma orientação de que os sindicatos antecipem para hoje as assembléias agendadas para o dia 20. E concluiu: “Os bancários devem realizar assembléias o mais rápido possível para que o movimento adquira coesão”.

Fonte: Fenae Net

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