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Por 20:43 Notícias

Banqueiros se recusam melhorar a proposta e greve continua

(São Paulo) Em pouco mais de uma hora, os banqueiros colocaram na mesa de negociações toda a sua ganância e egoísmo. O setor mais lucrativo do Brasil, que só no primeiro semestre deste ano faturou R$ 11,6 bi (78,2% a mais que o mesmo período de 2002), alegou não ter margem para elevar os custos da folha de pagamento, que no ano passado foi coberta somente com as receitas de tarifas.
A Executiva Nacional dos Bancários propôs um calendário de negociações para tentar solucionar o impasse, mas a Fenaban recusou. “Não adianta continuar com as negociações porque nós não mexeremos na proposta. Continuar seria vender uma ilusão para a categoria de vocês”, disse Magnus Apostólico, negociador da Fenaban. Os banqueiros insinuaram, ainda, que pensam em descontar os dias parados.
“É um absurdo ouvir dos banqueiros que eles não têm condições de aumentar a proposta. A categoria já deu o seu recado e recusou os valores apresentados. Manter a mesma proposta é ignorar um movimento forte, como esta greve. O que disseram hoje na mesa de negociações soou como provocação”, disparou Vagner Freitas, presidente da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT).
A orientação da Executiva Nacional dos Bancários é que a categoria mantenha e amplie a greve em todo o país. “Se quisermos sair vitoriosos desta Campanha Salarial, a greve tem que ser fortalecida nos bancos públicos e ampliada nos bancos privados”, avisou Vagner.
Fonte: Meire Bicudo e Fábio Jammal Makhoul
Extraído do sítio www.cnbcut.com.br

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Banqueiros se recusam melhorar a proposta e greve continua

(São Paulo) Em pouco mais de uma hora, os banqueiros colocaram na mesa de negociações toda a sua ganância e egoísmo. O setor mais lucrativo do Brasil, que só no primeiro semestre deste ano faturou R$ 11,6 bi (78,2% a mais que o mesmo período de 2002), alegou não ter margem para elevar os custos da folha de pagamento, que no ano passado foi coberta somente com as receitas de tarifas.

A Executiva Nacional dos Bancários propôs um calendário de negociações para tentar solucionar o impasse, mas a Fenaban recusou. “Não adianta continuar com as negociações porque nós não mexeremos na proposta. Continuar seria vender uma ilusão para a categoria de vocês”, disse Magnus Apostólico, negociador da Fenaban. Os banqueiros insinuaram, ainda, que pensam em descontar os dias parados.

“É um absurdo ouvir dos banqueiros que eles não têm condições de aumentar a proposta. A categoria já deu o seu recado e recusou os valores apresentados. Manter a mesma proposta é ignorar um movimento forte, como esta greve. O que disseram hoje na mesa de negociações soou como provocação”, disparou Vagner Freitas, presidente da Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT).

A orientação da Executiva Nacional dos Bancários é que a categoria mantenha e amplie a greve em todo o país. “Se quisermos sair vitoriosos desta Campanha Salarial, a greve tem que ser fortalecida nos bancos públicos e ampliada nos bancos privados”, avisou Vagner.

Fonte: Meire Bicudo e Fábio Jammal Makhoul
Extraído do sítio www.cnbcut.com.br

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