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Greve dos bancários entre hoje em seu nono dia

A greve dos bancários começa a afetar as vendas do comércio no Distrito Federal. Segundo o sindicato do comércio varejista (Sindivarejista), a paralisação foi responsável pela redução de 4% nas vendas, além de reduzir a participação dos pagamentos à vista de 14% para 11% e aumentar o uso dos cartões de crédito (64% para 67%).
A disposição dos bancários , parados há nove dias, é de manter o movimento até que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresente nova proposta de reajuste — a entidade sustenta que não pode dar mais que os 8,5% já anunciados. Os bancários querem 25% de aumento. A mobilização pode ficar maior na próxima semana pela participação do BRB — os funcionários rejeitaram a proposta de um abono de R$ 2 mil e uma nova reunião com a direção do banco será realizada na quarta-feira.
No Banco do Brasil, Caixa Econômica e bancos privados a greve continua, mas em audiência no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, os sindicatos de bancários tiveram que se comprometer em manter em funcionamento os serviços essenciais, como a compensação de cheques. Também para a Justiça foram os banqueiros, que conseguiram decisões favoráveis à abertura de agências do Bradesco, HSBC, Itaú, Caixa Econômica e Banco do Brasil — os sindicatos podem ser multados caso as portas sejam obstruídas. Na sede do BB em Brasília, dois bancários reagiram à ação da polícia para permitir a abertura da agência e foram detidos.
O sindicato da categoria calcula que em Brasília a greve tem adesão de 50% nas agências de bancos privados e de 95% na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil — ou seja, cerca de 16 mil trabalhadores parados. Pelo levantamento, foram paradas 151 das 192 agências do BB, Caixa, Bradesco, Real, Itaú, HSBC, Unibanco e Citibank no DF.
Como os bancos não deixarão de cobrar juros de contas vencidas durante a greve, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor orienta aos clientes prejudicados que procurem as empresas para quem fariam os pagamentos e tentem negociar.
INSS
A greve também afetou o processo de adesão ao acordo com aposentados e pensionistas do INSS. Por isso, as agências da Previdência Social vão receber os termos da adesão de quem quiser reajustar os benefícios na forma sugerida pelo governo federal.
Além dos bancários, outras categorias fazem manifestações por reajuste. Os petroleiros iniciam hoje a mobilização por aumento com um atraso de duas horas na troca de turnos das unidades operacionais ou na entrada das áreas administrativas. Eles querem reajuste de 12,81%, mas a Petrobras oferece apenas 7,81%.
Em São Paulo, os servidores do Judiciário decidiram manter a greve que completa hoje 87 dias. Eles rejeitaram a proposta de 14% de aumento, oferecida ontem pelo Tribunal de Justiça e continuarão parados — exigem 39,19%.
Na região do ABC, os metalúrgicos de empresas dos grupos 9 e 10 (máquinas, aparelhos elétricos, lâmpadas e artefatos de ferro) conseguiram fechar acordo com 17 indústrias, mas o movimento continua até que todas aceitem pagar 9,57% de aumento.
Fonte: Correio Braziliense – Luís Osvaldo Grossmann

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Greve dos bancários entre hoje em seu nono dia

A greve dos bancários começa a afetar as vendas do comércio no Distrito Federal. Segundo o sindicato do comércio varejista (Sindivarejista), a paralisação foi responsável pela redução de 4% nas vendas, além de reduzir a participação dos pagamentos à vista de 14% para 11% e aumentar o uso dos cartões de crédito (64% para 67%).

A disposição dos bancários , parados há nove dias, é de manter o movimento até que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresente nova proposta de reajuste — a entidade sustenta que não pode dar mais que os 8,5% já anunciados. Os bancários querem 25% de aumento. A mobilização pode ficar maior na próxima semana pela participação do BRB — os funcionários rejeitaram a proposta de um abono de R$ 2 mil e uma nova reunião com a direção do banco será realizada na quarta-feira.

No Banco do Brasil, Caixa Econômica e bancos privados a greve continua, mas em audiência no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, os sindicatos de bancários tiveram que se comprometer em manter em funcionamento os serviços essenciais, como a compensação de cheques. Também para a Justiça foram os banqueiros, que conseguiram decisões favoráveis à abertura de agências do Bradesco, HSBC, Itaú, Caixa Econômica e Banco do Brasil — os sindicatos podem ser multados caso as portas sejam obstruídas. Na sede do BB em Brasília, dois bancários reagiram à ação da polícia para permitir a abertura da agência e foram detidos.

O sindicato da categoria calcula que em Brasília a greve tem adesão de 50% nas agências de bancos privados e de 95% na Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil — ou seja, cerca de 16 mil trabalhadores parados. Pelo levantamento, foram paradas 151 das 192 agências do BB, Caixa, Bradesco, Real, Itaú, HSBC, Unibanco e Citibank no DF.

Como os bancos não deixarão de cobrar juros de contas vencidas durante a greve, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor orienta aos clientes prejudicados que procurem as empresas para quem fariam os pagamentos e tentem negociar.

INSS
A greve também afetou o processo de adesão ao acordo com aposentados e pensionistas do INSS. Por isso, as agências da Previdência Social vão receber os termos da adesão de quem quiser reajustar os benefícios na forma sugerida pelo governo federal.

Além dos bancários, outras categorias fazem manifestações por reajuste. Os petroleiros iniciam hoje a mobilização por aumento com um atraso de duas horas na troca de turnos das unidades operacionais ou na entrada das áreas administrativas. Eles querem reajuste de 12,81%, mas a Petrobras oferece apenas 7,81%.

Em São Paulo, os servidores do Judiciário decidiram manter a greve que completa hoje 87 dias. Eles rejeitaram a proposta de 14% de aumento, oferecida ontem pelo Tribunal de Justiça e continuarão parados — exigem 39,19%.

Na região do ABC, os metalúrgicos de empresas dos grupos 9 e 10 (máquinas, aparelhos elétricos, lâmpadas e artefatos de ferro) conseguiram fechar acordo com 17 indústrias, mas o movimento continua até que todas aceitem pagar 9,57% de aumento.

Fonte: Correio Braziliense – Luís Osvaldo Grossmann

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