A Executiva Nacional dos Bancários deve se reunir na segunda-feira. O objetivo é avaliar os rumos da greve nacional da categoria. O movimento –iniciada no último dia 15– completará 13 dias neste dia.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, a categoria quer defender o direito de realização da greve.
“Os bancos estão entrando com ações na Justiça para impedir a realização de atos do movimento grevista. Isso é uma violação do direito de greve”, disse Marcolino.
Em algumas localidades, a Justiça do Trabalho já concedeu liminares determinando o retorno de parte dos grevistas ao trabalho. Esse é o caso do Ceará, onde a Justiça quer o retorno de 40% dos bancários.
Marcolino afirmou que uma das lutas do sindicato é pela manutenção das ações da região dentro de São Paulo. É que circularam rumores de que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) queria levar o julgamento da greve para o TST (Tribunal Superior do Trabalho), em Brasília.
Ontem, o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, deixou claro que o governo não vai intervir na greve. Ele recebeu a uma comissão de representantes sindicais que foram cobrar do ex-sindicalista uma posição em direito da greve.
A categoria pede um reajuste de 25% (reposição da inflação mais 17,68% de aumento real). Os bancos oferecerem um reajuste de 8,5% e mais um adicional de R$ 30 para quem ganha até R$ 1.500.
Fonte: Folha Online – FABIANA FUTEMA
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Por Mhais• 27 de setembro de 2004• 09:46• Sem categoria
Bancários querem avaliar rumo da greve nesta segunda-feira
A Executiva Nacional dos Bancários deve se reunir na segunda-feira. O objetivo é avaliar os rumos da greve nacional da categoria. O movimento –iniciada no último dia 15– completará 13 dias neste dia.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, a categoria quer defender o direito de realização da greve.
“Os bancos estão entrando com ações na Justiça para impedir a realização de atos do movimento grevista. Isso é uma violação do direito de greve”, disse Marcolino.
Em algumas localidades, a Justiça do Trabalho já concedeu liminares determinando o retorno de parte dos grevistas ao trabalho. Esse é o caso do Ceará, onde a Justiça quer o retorno de 40% dos bancários.
Marcolino afirmou que uma das lutas do sindicato é pela manutenção das ações da região dentro de São Paulo. É que circularam rumores de que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) queria levar o julgamento da greve para o TST (Tribunal Superior do Trabalho), em Brasília.
Ontem, o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini, deixou claro que o governo não vai intervir na greve. Ele recebeu a uma comissão de representantes sindicais que foram cobrar do ex-sindicalista uma posição em direito da greve.
A categoria pede um reajuste de 25% (reposição da inflação mais 17,68% de aumento real). Os bancos oferecerem um reajuste de 8,5% e mais um adicional de R$ 30 para quem ganha até R$ 1.500.
Fonte: Folha Online – FABIANA FUTEMA
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