A greve nacional dos bancários, que entra amanhã no 14º dia, deve prosseguir por tempo indeterminado. Em assembléia realizada nesta segunda-feira, a categoria decidiu manter a greve iniciada no último dia 15.
A decisão de dar continuidade ao movimento foi tomada no mesmo dia em que representantes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal irem ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) para pedir a intervenção na greve.
Os dois bancos chegaram a ameaçar pedir ao TST para julgar a greve abusiva. Eles alegam que o movimento está prejudicando o pagamento do Bolsa-Família e dos aposentados do INSS.
Para a CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários) da CUT, o BB e CEF demonstraram “falta de sabedoria” ao recorreram ao TST.
“Eles demonstraram falta de competência para resolver o assunto de forma negociada”, disse o presidente da CNB-CUT, Vagner Freitas.
Em São Paulo, a greve será tratada em audiência de conciliação marcada para quarta-feira pelo TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo.
Em algumas localidades, como o Ceará, o TRT local determinou o retorno de pelo menos 40% dos grevistas ao trabalho.
Pelos cálculos da CNB-CUT, a paralisação conta com a adesão de mais de 200 mil bancários do país. O movimento atinge 24 capitais.
Os bancários pedem 25% de reajuste. Os bancos ofereceram 8,5% de reajuste e mais adicional de R$ 30 para quem ganha até R$ 1.500.
FABIANA FUTEMA
da Folha Online
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Por Mhais• 28 de setembro de 2004• 09:14• Sem categoria
Após pressão do BB e CEF, bancários decidem manter greve
A greve nacional dos bancários, que entra amanhã no 14º dia, deve prosseguir por tempo indeterminado. Em assembléia realizada nesta segunda-feira, a categoria decidiu manter a greve iniciada no último dia 15.
A decisão de dar continuidade ao movimento foi tomada no mesmo dia em que representantes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal irem ao TST (Tribunal Superior do Trabalho) para pedir a intervenção na greve.
Os dois bancos chegaram a ameaçar pedir ao TST para julgar a greve abusiva. Eles alegam que o movimento está prejudicando o pagamento do Bolsa-Família e dos aposentados do INSS.
Para a CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários) da CUT, o BB e CEF demonstraram “falta de sabedoria” ao recorreram ao TST.
“Eles demonstraram falta de competência para resolver o assunto de forma negociada”, disse o presidente da CNB-CUT, Vagner Freitas.
Em São Paulo, a greve será tratada em audiência de conciliação marcada para quarta-feira pelo TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo.
Em algumas localidades, como o Ceará, o TRT local determinou o retorno de pelo menos 40% dos grevistas ao trabalho.
Pelos cálculos da CNB-CUT, a paralisação conta com a adesão de mais de 200 mil bancários do país. O movimento atinge 24 capitais.
Os bancários pedem 25% de reajuste. Os bancos ofereceram 8,5% de reajuste e mais adicional de R$ 30 para quem ganha até R$ 1.500.
FABIANA FUTEMA
da Folha Online
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