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CUT apóia greves e critica Fenaban, BB e CEF

(São Paulo) A Direção Executiva Nacional da Central Única dos Trabalhadores, reunida ontem (05/10) em São Paulo, reafirma seu integral apoio às lutas e greves em andamento de trabalhadores na educação, bancários, metalúrgicos, petroleiros, servidores públicos e outras categorias em campanha salarial. A recomposição e aumento do valor real dos salários de todos os trabalhadores brasileiros é fundamental para que o País possa tornar real o sonho de construir um processo de crescimento e geração de emprego sustentável e estável.

Por esta razão, para a CUT, é inaceitável a reação de inflexibilidade da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e dos bancos públicos diante da pauta de reivindicações dos bancários. A Central lembra que as instituições financeiras constituem o único setor que ao longo dos últimos anos conseguiu manter sua rentabilidade em elevação, registrando lucros bilionários. Diante disso, chama a atenção para a necessidade da Fenaban reabrir imediatamente os canais de entendimento com a Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT), e para a responsabilidade das direções do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal com a reabertura das negociações, colocando um fim na política de repressão anti-sindical que vem mantendo diante da greve.

Por fim, a CUT quer ainda chamar a atenção da sociedade para o perigoso caminho que vem sendo trilhado pelos banqueiros na busca de instrumentos jurídicos contra a organização dos trabalhadores, a exemplo dos pedidos de liminares em torno de interditos proibitórios. Mais do que agredir o direito de greve previsto na Constituição brasileira, este tipo de instrumento jurídico constitui verdadeira agressão contra a liberdade sindical e precisa ser fortemente repudiado.

Fonte: CUT

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CUT apóia greves e critica Fenaban, BB e CEF

(São Paulo) A Direção Executiva Nacional da Central Única dos Trabalhadores, reunida ontem (05/10) em São Paulo, reafirma seu integral apoio às lutas e greves em andamento de trabalhadores na educação, bancários, metalúrgicos, petroleiros, servidores públicos e outras categorias em campanha salarial. A recomposição e aumento do valor real dos salários de todos os trabalhadores brasileiros é fundamental para que o País possa tornar real o sonho de construir um processo de crescimento e geração de emprego sustentável e estável.
Por esta razão, para a CUT, é inaceitável a reação de inflexibilidade da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) e dos bancos públicos diante da pauta de reivindicações dos bancários. A Central lembra que as instituições financeiras constituem o único setor que ao longo dos últimos anos conseguiu manter sua rentabilidade em elevação, registrando lucros bilionários. Diante disso, chama a atenção para a necessidade da Fenaban reabrir imediatamente os canais de entendimento com a Confederação Nacional dos Bancários (CNB/CUT), e para a responsabilidade das direções do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal com a reabertura das negociações, colocando um fim na política de repressão anti-sindical que vem mantendo diante da greve.
Por fim, a CUT quer ainda chamar a atenção da sociedade para o perigoso caminho que vem sendo trilhado pelos banqueiros na busca de instrumentos jurídicos contra a organização dos trabalhadores, a exemplo dos pedidos de liminares em torno de interditos proibitórios. Mais do que agredir o direito de greve previsto na Constituição brasileira, este tipo de instrumento jurídico constitui verdadeira agressão contra a liberdade sindical e precisa ser fortemente repudiado.
Fonte: CUT

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