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Bancários decidem continuar em greve em todo o país

Os bancários de todo o país decidiram em assembléia nesta quarta-feira continuar em greve, apesar do número reduzido de agências fechadas. A paralisação, que completou hoje 22 dias, atinge 24 capitais, segundo a Confederação Nacional dos Bancários (CNB). A CNB não divulga o número de trabalhadores parados, mas diz que está abaixo de 200 mil.

Em São Paulo, os trabalhadores desistiram da greve em várias cidades do interior. Na capital, o movimento foi parcial apenas nas agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF). A maior parte dos bancos privados funcionou normalmente. De acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo e Osasco, 8 mil trabalhadores cruzaram os braços nesta quarta-feira na região.

No mês passado, a greve chegou a atingir 35 mil trabalhadores na capital. Luiz Cláudio Marcolino, presidente do sindicato, explicou que a adesão à greve diminuiu depois que os funcionários que trabalham no prédio administrativo do Itaú e do Unibanco desistiram da paralisação. Segundo Marcolino, pelo menos 14 mil pessoas trabalham nestes dois locais.

Por determinação da Justiça, os bancários não poderão impedir a presença de policiais nas portas das agências. Nesta quarta-feira, a Justiça concedeu liminar à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e ao Sindicado dos Bancos no Estado do Rio de Janeiro para cassar a decisão que determinava o afastamento dos policiais militares ou civis das dependências dos bancos. Segundo o desembargador Mello Porto, o direito de paralisação é garantido pela Constituição, mas há limites para o exercício da greve.

“A imprensa tem noticiado, todos os dias, casos de bancários e de clientes impedidos, pela ação de piqueteiros, de adentrar às agências, o que não pode ser tolerado num estado de direito”, afirmou o juiz em seu despacho.

A Executiva Nacional dos Bancários voltou a se reunir nesta quarta-feira na sede da Confederação Nacional dos Bancários, em Brasília, para definir as próximas estratégias da greve. Depois, eles tiveram audiência no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para pedir a volta das negociações com a Fenaban.

Fonte: Globo.com

Por 10:08 Notícias

Bancários decidem continuar em greve em todo o país

Os bancários de todo o país decidiram em assembléia nesta quarta-feira continuar em greve, apesar do número reduzido de agências fechadas. A paralisação, que completou hoje 22 dias, atinge 24 capitais, segundo a Confederação Nacional dos Bancários (CNB). A CNB não divulga o número de trabalhadores parados, mas diz que está abaixo de 200 mil.
Em São Paulo, os trabalhadores desistiram da greve em várias cidades do interior. Na capital, o movimento foi parcial apenas nas agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF). A maior parte dos bancos privados funcionou normalmente. De acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo e Osasco, 8 mil trabalhadores cruzaram os braços nesta quarta-feira na região.
No mês passado, a greve chegou a atingir 35 mil trabalhadores na capital. Luiz Cláudio Marcolino, presidente do sindicato, explicou que a adesão à greve diminuiu depois que os funcionários que trabalham no prédio administrativo do Itaú e do Unibanco desistiram da paralisação. Segundo Marcolino, pelo menos 14 mil pessoas trabalham nestes dois locais.
Por determinação da Justiça, os bancários não poderão impedir a presença de policiais nas portas das agências. Nesta quarta-feira, a Justiça concedeu liminar à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e ao Sindicado dos Bancos no Estado do Rio de Janeiro para cassar a decisão que determinava o afastamento dos policiais militares ou civis das dependências dos bancos. Segundo o desembargador Mello Porto, o direito de paralisação é garantido pela Constituição, mas há limites para o exercício da greve.
“A imprensa tem noticiado, todos os dias, casos de bancários e de clientes impedidos, pela ação de piqueteiros, de adentrar às agências, o que não pode ser tolerado num estado de direito”, afirmou o juiz em seu despacho.
A Executiva Nacional dos Bancários voltou a se reunir nesta quarta-feira na sede da Confederação Nacional dos Bancários, em Brasília, para definir as próximas estratégias da greve. Depois, eles tiveram audiência no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para pedir a volta das negociações com a Fenaban.
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