Por ANA PAULA RIBEIRO
FABIANA FUTEMA
da Folha Online, em Brasília e SP
A greve nacional dos bancários prossegue sem acordo. A audiência de conciliação realizada hoje no TST (Tribunal Superior do Trabalho) entre representantes do Banco do Brasil e funcionários da instituição terminou em impasse. Sem acordo, a greve deve ser julgada na próxima semana.
Para tentar encerrar o movimento, o presidente do TST, Vantuil Abdala, propôs reajuste de 8,5% a 12,77% –dependendo da faixa salarial–, abono de R$ 1.000 e compensação dos dias parados.
“Foi a proposta que sonhei esta noite”, disse o presidente do TST.
A Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores das Empresas de crédito) rejeitou a proposta de Abdala e pediu 9,5% de reajuste, abono de R$ 1.000 e pagamento dos dias parados.
Os representantes do BB rejeitaram as propostas do TST e da Contec.
O representante do Banco do Brasil, Luís Oswaldo Santiago, recusou o abono de R$ 1.000 e disse que os dias parados poderiam ser negociados.
O BB se dispôs apenas a pagar uma parcela de R$ 500 como antecipação da PLR (participação nos lucros e resultados) de 2005.
“Estamos num impasse. A Contec ajuizou o pedido de dissídio, mas não tem poder de representação junto aos bancários”, disse o negociador dos funcionários do BB, Marcel Barros.
Segundo ele, a Executiva Nacional dos Bancários deve se reunir ainda hoje para avaliar o rumo do movimento.
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Por Mhais• 13 de outubro de 2004• 18:08• Sem categoria
Em meio à impasse, greve no BB vai para julgamento no TST
Por ANA PAULA RIBEIRO
FABIANA FUTEMA
da Folha Online, em Brasília e SP
A greve nacional dos bancários prossegue sem acordo. A audiência de conciliação realizada hoje no TST (Tribunal Superior do Trabalho) entre representantes do Banco do Brasil e funcionários da instituição terminou em impasse. Sem acordo, a greve deve ser julgada na próxima semana.
Para tentar encerrar o movimento, o presidente do TST, Vantuil Abdala, propôs reajuste de 8,5% a 12,77% –dependendo da faixa salarial–, abono de R$ 1.000 e compensação dos dias parados.
“Foi a proposta que sonhei esta noite”, disse o presidente do TST.
A Contec (Confederação Nacional dos Trabalhadores das Empresas de crédito) rejeitou a proposta de Abdala e pediu 9,5% de reajuste, abono de R$ 1.000 e pagamento dos dias parados.
Os representantes do BB rejeitaram as propostas do TST e da Contec.
O representante do Banco do Brasil, Luís Oswaldo Santiago, recusou o abono de R$ 1.000 e disse que os dias parados poderiam ser negociados.
O BB se dispôs apenas a pagar uma parcela de R$ 500 como antecipação da PLR (participação nos lucros e resultados) de 2005.
“Estamos num impasse. A Contec ajuizou o pedido de dissídio, mas não tem poder de representação junto aos bancários”, disse o negociador dos funcionários do BB, Marcel Barros.
Segundo ele, a Executiva Nacional dos Bancários deve se reunir ainda hoje para avaliar o rumo do movimento.
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