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Latino-americanas em perigo

As mulheres que vivem em cidades latino-americanas, particularmente as brasileiras e as argentinas, estão entre as mais expostas do mundo aos crimes sexuais.
Segundo um informe das Nações Unidas, nas cidades latino-americanas registram-se os mais altos índices deste tipo de ataques -ao redor de 5% dos crimes denunciados, que contrasta com 2,4% das cidades africanas e 1,6% das asiáticas.
O estudo foi revelado no Foro Urbano Mundial celebrado em Barcelona (13-17 de setembro). Intitulado “O estado das cidades do mundo 2004-05”, o informe especifica que dos crimes sexuais registrados na América Latina, cerca de 70% dos casos são estupros, tentativas de estupro e outras agressões sexuais.
Ademais, critica a legislação brasileira porque considera a agressão doméstica como um crime menor, mais leve que uma briga de rua. Afirma que os agressores são liberados rapidamente e retornam às suas casas “somente para ameaçar a vítima para que não volte a denunciá-los”. Uma das recomendações ao Brasil é que se dê mais poder às mulheres promovendo a prevenção e a redução de sua exclusão social.
A América Latina tambiém apresentou os níveis mais baixos de pessoas que estão satisfeitas com o comportamento da polícia. Segundo a Investigação Internacional de Vítimas de Crimes, 70% da população está insatisfeita. O documento diz que os policiais latinos são os que aparentemente aceitam mais subornos. O índice é parecido quando se trata da confiança da população nas pessoas e instituições públicas. “O estado das cidades do mundo” tem como objetivo analisar o impacto da globalização nos países, fazendo um retrato da sociedade a paritr do ponto de vista econômico e cultural.
A idéia é que os dados resumidos no documento sirvam como base de projetos que ajudem os países a cumprir as Metas do Milênio, desenvolvidas pela ONU. Fonte: BBC Mundo / America Latina .

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Latino-americanas em perigo

As mulheres que vivem em cidades latino-americanas, particularmente as brasileiras e as argentinas, estão entre as mais expostas do mundo aos crimes sexuais.

Segundo um informe das Nações Unidas, nas cidades latino-americanas registram-se os mais altos índices deste tipo de ataques -ao redor de 5% dos crimes denunciados, que contrasta com 2,4% das cidades africanas e 1,6% das asiáticas.
O estudo foi revelado no Foro Urbano Mundial celebrado em Barcelona (13-17 de setembro). Intitulado “O estado das cidades do mundo 2004-05”, o informe especifica que dos crimes sexuais registrados na América Latina, cerca de 70% dos casos são estupros, tentativas de estupro e outras agressões sexuais.

Ademais, critica a legislação brasileira porque considera a agressão doméstica como um crime menor, mais leve que uma briga de rua. Afirma que os agressores são liberados rapidamente e retornam às suas casas “somente para ameaçar a vítima para que não volte a denunciá-los”. Uma das recomendações ao Brasil é que se dê mais poder às mulheres promovendo a prevenção e a redução de sua exclusão social.

A América Latina tambiém apresentou os níveis mais baixos de pessoas que estão satisfeitas com o comportamento da polícia. Segundo a Investigação Internacional de Vítimas de Crimes, 70% da população está insatisfeita. O documento diz que os policiais latinos são os que aparentemente aceitam mais subornos. O índice é parecido quando se trata da confiança da população nas pessoas e instituições públicas. “O estado das cidades do mundo” tem como objetivo analisar o impacto da globalização nos países, fazendo um retrato da sociedade a paritr do ponto de vista econômico e cultural.

A idéia é que os dados resumidos no documento sirvam como base de projetos que ajudem os países a cumprir as Metas do Milênio, desenvolvidas pela ONU. Fonte: BBC Mundo / America Latina .

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