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Atos marcam data de privatização do Banestado

Sindicatos dos bancários de todo o Paraná realizam manifestações para lembrar os quatro anos do leilão de privatização do Banestado, ocorrido em 17 de outubro de 2000.
Ontem, em Curitiba, Londrina e Umuarama, os sindicatos marcaram a data fazendo panfletagem em frente as principais agências do Itaú. O material distribuído denunciou para a população as demissões feitas pelo Itaú após a aquisição do Banestado e as falcatruas do processo de privatização.
A chuva que atingiu todo o estado prejudicou algumas atividades programadas pelos sindicatos, como em Campo Mourão que suspendeu o ato. Também por causa do mau tempo, Apucarana e Toledo transferiram para hoje as manifestações em frente às agências do Itaú.
Adilson Stuzata, presidente da FetecPr, destaca a importância destes atos como forma de lembrar para a sociedade o que significou a privatização do Banestado, “o povo parananense herdou uma conta a ser paga em 30 anos enquanto 9 mil bancários perderam o emprego”, afirmou Stuzata. Acrescentando que a entrega do banco público só beneficiou o Itaú, que além das vantagens na compra, ainda ganhou o direito de movimentar as contas do governo por dez anos.

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Atos marcam data de privatização do Banestado

Sindicatos dos bancários de todo o Paraná realizam manifestações para lembrar os quatro anos do leilão de privatização do Banestado, ocorrido em 17 de outubro de 2000.
Ontem, em Curitiba, Londrina e Umuarama, os sindicatos marcaram a data fazendo panfletagem em frente as principais agências do Itaú. O material distribuído denunciou para a população as demissões feitas pelo Itaú após a aquisição do Banestado e as falcatruas do processo de privatização.
A chuva que atingiu todo o estado prejudicou algumas atividades programadas pelos sindicatos, como em Campo Mourão que suspendeu o ato. Também por causa do mau tempo, Apucarana e Toledo transferiram para hoje as manifestações em frente às agências do Itaú.
Adilson Stuzata, presidente da FetecPr, destaca a importância destes atos como forma de lembrar para a sociedade o que significou a privatização do Banestado, “o povo parananense herdou uma conta a ser paga em 30 anos enquanto 9 mil bancários perderam o emprego”, afirmou Stuzata. Acrescentando que a entrega do banco público só beneficiou o Itaú, que além das vantagens na compra, ainda ganhou o direito de movimentar as contas do governo por dez anos.

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